O Sabor da Nostalgia: A História da Yopa
O calor do verão e um sorvete sempre parecem uma combinação perfeita, não é mesmo? E se você, como eu, cresceu nos anos 90, certamente guarda boas lembranças de um certo sorvete que conquistou o Brasil: a Yopa. Para muitos, essa marca evoca memórias afetivas, como as tardes de sol comprando um picolé no carrinho da Yopa, com seus personagens da Disney e formatos inovadores.
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A história da Yopa começou em 1933, com o alemão Josef Pankofer, que criou o sorvete Jopa, utilizando suas iniciais. A marca foi uma das primeiras a produzir sorvetes industrialmente, e logo se tornou popular no Brasil. Nos anos 60, a Nestlé assumiu o controle da empresa, expandindo a produção e distribuição para outros países, como Espanha, Suíça e México.
No Brasil, a Yopa começou a ganhar força na região Sul, com produtos como Galak Prestígio e Chokito, que eram muito populares na época.
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Nos anos 80 e 90, a Yopa se consolidou como uma marca forte, com produtos divertidos e formatos inovadores, como o sorvete “Comis” com o Mickey e o sorvete “Sem Parar”. Em 1990, a Nestlé formou uma parceria com a Gessy Lever, criando a joint-venture Insol, que uniu as marcas Yopa e Gelato.
Essa parceria resultou em produtos como o picolé “Comis” e o sorvete “Sem Parar”, que se tornaram muito famosos.
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No entanto, a trajetória da Yopa teve um desfecho em 1997, quando a Unilever comprou a Kibon, intensificando ainda mais a força da marca líder do mercado. A partir daí, a Nestlé começou a substituir gradualmente a marca Yopa pela sua própria identidade corporativa, reconhecendo a preferência crescente dos consumidores pelos produtos da Nestlé.
A história da Yopa é um exemplo de como marcas podem se tornar parte da nossa memória afetiva, evocando lembranças de momentos felizes e de uma época mais simples. É um sabor da nostalgia que continua presente no paladar de muitos brasileiros.
