Xiaomi Nega Negociações para Produção de Veículos Elétricos nos EUA
A Xiaomi negou veementemente as reportagens que indicavam negociações preliminares com a Ford para a fabricação de veículos elétricos nos Estados Unidos. A declaração da empresa chinesa surgiu após um artigo publicado pelo jornal norte-americano, que mencionava o início das conversas entre as duas empresas.
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A Ford também se manifestou, classificando a informação como falsa.
Resposta do Jornal Chinês e Contexto da Barreira de 25%
Segundo o jornal estatal chinês especializado em assuntos econômicos, a Xiaomi afirmou não comercializar seus produtos ou serviços nos EUA e não ter iniciado negociações para entrar nesse mercado. A situação se insere em um contexto de barreira de 25% imposta desde janeiro de 2025 pelo governo do então presidente (Partido Republicano) para vendas de veículos estrangeiros nos EUA.
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Ações Recentes do Presidente e Convite às Montadoras Chinesas
Em janeiro de 2026, o presidente republicano, em uma medida que contrastava com sua política anterior, “convidou” as montadoras chinesas a irem aos Estados Unidos. Essa atitude foi apresentada em um discurso no Clube Econômico de Detroit, um importante polo automotivo do país, onde o norte-americano enfatizou o desejo de receber as empresas, desde que elas contribuíssem para a geração de empregos no país.
Xiaomi: Ascensão no Setor Automotivo Elétrico
Fundada em 2010 como uma empresa de eletrônicos de consumo – smartphones, computadores, caixas de som –, a Xiaomi surpreendeu ao anunciar sua entrada no setor de veículos elétricos em 2021, com um investimento inicial de US$ 10 bilhões (cerca de R$ 52,5 bilhões).
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Rapidamente, a empresa se tornou uma das marcas de veículos elétricos que mais crescem na China, lançando dois modelos de carros – um sedã e uma SUV – no mercado. Para 2026, a companhia estabeleceu a meta de vender 550 mil veículos, representando um aumento de 34% em relação às vendas do ano anterior.
