“Wuthering Heights”: A ousada adaptação de Emerald Fennell que viraliza! Margot Robbie e Jacob Elordi chocam com nova versão do clássico gótico. Prepare-se!
Em fevereiro de 2026, o clássico gótico de Emily Brontë finalmente recebeu uma nova adaptação cinematográfica, dirigida pela aclamada Emerald Fennell, responsável por filmes como “Promising Young Woman” e “Saltburn”. A estreia no Brasil ainda está prevista para o dia 12, mas a expectativa já é grande, impulsionada pelas primeiras impressões que surgiram.
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A direção de Fennell se destaca por ser uma abordagem muito pessoal. Ela assumiu o papel de roteirista, diretora e produtora, o que permitiu que sua visão única da história se manifestasse plenamente. O título, apresentado entre aspas (“Wuthering Heights”), reforça essa ideia, indicando que não se trata de uma reprodução fiel do livro, mas sim de uma releitura com interpretações próprias.
O elenco principal é composto por Margot Robbie como Catherine “Cathy” Earnshaw e Jacob Elordi como Heathcliff. A escolha do ator para o papel de Heathcliff gerou bastante discussão entre os fãs, devido à ambiguidade racial do personagem no livro, algo que muitos leitores sentiram que não foi totalmente capturado na escolha de Elordi.
Em uma recente entrevista, Margot Robbie revelou que inicialmente não estava escalada para interpretar Cathy. Ela estava apenas produzindo o filme, mas acabou decidindo que queria dar vida à personagem, o que acabou sendo um sucesso.
Diferente de adaptações mais tradicionais, “Wuthering Heights” de 2026 apresenta uma trilha sonora que mistura elementos contemporâneos. A inclusão de faixas de Charli XCX surpreendeu alguns, buscando um contraste entre o clássico do século XIX e a música pop atual.
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As críticas iniciais foram mistas. No Rotten Tomatoes, o filme alcançou cerca de 70% de aprovação, considerado um resultado sólido para uma obra tão ousada e que gerou debates. Enquanto alguns críticos elogiam a estética visualmente impactante e a energia do filme, outros consideram que a adaptação é excessivamente focada na aparência, sem a profundidade emocional que caracteriza a história original.
Nas comunidades online, os fãs literários estão divididos. Alguns apreciam a ousadia e a intensidade do filme, enquanto outros sentem que a adaptação perdeu parte do peso emocional e da ambiguidade psicológica que são marcas registradas da obra de Brontë, em favor de um romance mais grandioso e cinematográfico.
Em suma, “Wuthering Heights” de 2026 se consolidou como algo mais do que apenas um filme: tornou-se um assunto cultural, gerando discussões sobre a fidelidade à obra literária, as escolhas de elenco, a influência da música pop na narrativa e a tensão entre o cinema clássico e as tendências modernas.
O filme se tornou um ponto de encontro para diferentes opiniões e interpretações, consolidando seu lugar na cultura contemporânea.
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