Esgotamento nervoso: estudo aponta paralelo com a neurastenia do século XIX. Psiquiatra Wagner Gattaz analisa como excesso de trabalho e informações já eram gatilhos
A compreensão das causas do esgotamento nervoso remonta ao século XIX. O psiquiatra Wagner Gattaz explora uma conexão interessante: o conceito de burnout contemporâneo encontra um paralelo com a neurastenia, um diagnóstico antigo.
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Já em 1881, profissionais da época já identificavam elementos que poderiam levar ao colapso emocional. Entre eles, destacavam-se o excesso de informações, o ritmo acelerado do trabalho e a pressão por atualização profissional constante. Esses fatores, que se assemelham a desafios enfrentados atualmente, eram vistos como gatilhos para o sofrimento mental.
Através de exemplos históricos e análises atuais, Gattaz demonstra que, embora o mundo tenha mudado significativamente, os desafios para a saúde mental permanecem relevantes. A discussão busca elucidar as raízes do problema, oferecendo uma perspectiva sobre o esgotamento nervoso.
O objetivo é promover uma reflexão sobre a persistência dos problemas relacionados à saúde mental, evidenciando que as questões enfrentadas no passado continuam a impactar a vida das pessoas no presente.
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