Volodymyr Zelensky celebra retorno de prisioneiros de guerra em acordo histórico

Ucrânia e Rússia trocam prisioneiros de guerra em operação ambiciosa! 185 militares ucranianos retornam após 2022. Volodymyr Zelensky agradece apoio

17/06/2026 21:50

2 min

Volodymyr Zelensky celebra retorno de prisioneiros de guerra em acordo histórico
(Imagem de reprodução da internet).

Troca de Prisioneiros de Guerra Entre Ucrânia e Rússia Avança na Segunda Fase

Na sexta-feira, 5 de junho de 2026, Ucrânia e Rússia realizaram uma nova troca de prisioneiros de guerra, marcando a segunda etapa de um acordo ambicioso que visa a libertação de 1.000 militares e civis de cada país. A operação resultou na devolução de 185 militares ucranianos e na recepção de um civil pela Ucrânia.

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Este acordo foi facilitado por um cessar-fogo de três dias, mediado pelos Estados Unidos em maio, e representa um avanço significativo nos esforços de paz entre os dois países.

Detalhes da Troca e Agradecimentos

A troca envolveu militares ucranianos que permaneceram em cativeiro russo desde 2022. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, expressou sua gratidão à equipe envolvida nas trocas e aos parceiros internacionais pelo retorno de seu povo. “O retorno do nosso povo é uma prioridade constante para a Ucrânia”, declarou Zelensky em seu perfil no X, destacando a importância da colaboração internacional nesse processo.

Emirados Árabes Médiam a Operação

A troca de prisioneiros foi facilitada pelos Emirados Árabes, que já havia atuado como mediador em rodadas anteriores de trocas entre Rússia e Ucrânia. O Ministério da Defesa russo informou que os militares liberados foram encaminhados para a Bielorrússia para receberem cuidados médicos e psicológicos, com a perspectiva de posterior transferência para tratamento e reabilitação na Rússia.

Civil Retornado Junto aos Militares

Adicionalmente, a Rússia devolveu um civil junto aos militares ucranianos que retornaram. A operação demonstra o compromisso mútuo das partes em buscar soluções diplomáticas e humanitárias no contexto do conflito. O sucesso desta troca reforça a importância da mediação internacional e da busca por um cessar-fogo duradouro.

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