VLI capta R$ 2 bilhões em debêntures para expandir infraestrutura e portos

VLI capta R$ 2 bilhões em debêntures para modernizar infraestrutura portuária e ferroviária, impulsionando o Corredor Sudeste.

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(Imagem de reprodução da internet).

A VLI, empresa de serviços logísticos que gerencia portos, ferrovias e terminais, obteve acesso a R$ 2 bilhões em financiamento através da emissão de debêntures. Essa foi a maior captação de recursos por meio de debêntures realizada pela companhia até o momento.

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A operação foi coordenada por bancos como Itaú, Bradesco, Santander e BTG.

Investidores e Vencimento da Dívida

Os principais investidores da VLI incluem a Brookfield (gestora canadense), Vale, FGTS, Mitsui (japonesa) e o BNDES Participações. Os contratos de financiamento possuem um prazo de vencimento entre 10 e 12 anos.

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Utilização dos Recursos Financeiros

Os recursos captados serão direcionados para a modernização e expansão da infraestrutura da VLI. A empresa busca eliminar gargalos e otimizar a movimentação de cargas.

Ferrovia Centro-Atlântica

Na Ferrovia Centro-Atlântica, os recursos serão utilizados para a troca de trilhos e dormentes, o que visa aumentar a velocidade média de circulação dos trens. A VLI já encomendou aproximadamente 9 mil toneladas de trilhos, totalizando cerca de 230 quilômetros de extensão linear.

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Terminal Integrador Portuário Luiz Antonio Mesquita (Tiplam)

No Tiplam, localizado na Baixada Santista, os investimentos serão destinados ao reforço e renovação das estruturas móveis e fixas do porto, incluindo armazéns, carregadores e correias transportadoras. Também serão realizadas melhorias nos berços de atracação, visando aumentar a segurança das embarcações em condições climáticas adversas.

Corredor Sudeste e Benefícios

O Tiplam é um ponto crucial para os fluxos de importação e exportação do Corredor Sudeste da VLI, que transporta produtos como açúcar, grãos e fertilizantes provenientes de estados como Minas Gerais, São Paulo e Goiás, utilizando a Ferrovia Centro-Atlântica.

A VLI destaca que esse modelo de transporte ferroviário proporciona um ganho ambiental, reduzindo a dependência de caminhões na Baixada Santista.

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