Advogada Viviane Barci de Moraes não atuou em Banco Central, CADE e PGFN desde janeiro de 2024. Contrato de R$ 130 milhões em risco.
A atuação da advogada Viviane Barci de Moraes não foi confirmada em pelo menos três dos quatro órgãos federais para os quais deveria atuar em defesa do Banco Master. O contrato estabelecia sua atuação como consultiva e contenciosa em diversos setores.
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O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e o Banco Central não identificaram registro de ingresso de Viviane Barci de Moraes em suas dependências desde janeiro de 2024, data em que o contrato entre ela e o banco foi formalizado.
A PGFN, responsável por defender o governo em causas fiscais, confirmou que suas Procuradorias Regionais também não detectaram reuniões, audiências ou entradas físicas da advogada no período de 16 de janeiro de 2024 até a presente data.
O contrato entre Viviane Barci de Moraes e o Banco Master previa pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões, o que poderia render cerca de R$ 130 milhões ao escritório da família de Alexandre de Moraes até 2027.
Apesar do contrato, a atuação da advogada não foi efetivada nos órgãos mencionados, conforme confirmaram o Banco Central e o CADE.
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