Vírus Nipah assola Índia: OMS prioriza ação local e monitoramento! 🚨 Casos recentes exigem vigilância intensiva. Saiba mais!
A Organização Mundial da Saúde (OMS) não recomendou o fechamento de fronteiras ou restrições de viagens em relação aos dois casos recentes de vírus Nipah registrados na Índia. Em entrevista, Anais Legand, especialista do departamento de Patógenos de Alto Risco da OMS, enfatizou que a estratégia mais eficaz para conter o vírus em surtos é a ação local.
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Isso inclui o cuidado com os pacientes afetados, o monitoramento próximo de seus contatos e a divulgação de informações à população sobre como evitar infecções.
Legand ressaltou que a medição de temperatura de viajantes provenientes da área afetada é uma medida que alguns países vizinhos adotaram, mas não se configura como uma restrição de viagens em si. A OMS foi notificada sobre os dois casos, um ainda em estado grave, sem que até o momento tenham sido identificados novos contágios.
Cerca de 190 pessoas estão sob monitoramento.
O vírus Nipah, com uma taxa de letalidade entre 40% e 75%, foi detectado pela primeira vez em 1998. Surtos já ocorreram em Bangladesh, Índia, Malásia, Filipinas e Singapura. A transmissão geralmente ocorre através de animais, como morcegos frugívoros, ou pelo consumo de alimentos contaminados por eles.
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Embora a transmissão de pessoa para pessoa seja possível, ela é rara e requer contato prolongado sem o uso de equipamentos de proteção adequados (EPI).
Legand aconselhou que, em áreas afetadas, indivíduos que apresentem sintomas procurem atendimento médico o mais rápido possível. Ela destacou que, no início da doença, os sinais podem ser pouco claros, sendo a febre um dos primeiros sintomas, acompanhada de dores de cabeça e, em alguns casos, confusão.
Outros possíveis sintomas incluem problemas respiratórios, tosse, tonturas, fadiga e vômitos.
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