Vibra enfrenta crise! Ex-BR Distribuidora rompe contrato após ligação com PCC. Cade investiga! 😱 Descubra os riscos e a postura da Vibra em meio à Operação Carbono Oculto. 🚀
A ex-BR Distribuidora formalizou a ruptura unilateral de seu contrato com a Vibra, distribuidora de combustíveis, alegando que a empresa estava envolvida com o Primeiro Comando da Capital (PCC). A resposta foi enviada ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) na segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026, e a empresa defendeu que o rompimento foi “válido e legítimo”.
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O Cade está conduzindo uma investigação sobre o fim da relação entre as duas companhias.
O desfecho do contrato de armazenagem de gasolina de aviação em Cubatão (SP) ocorreu em 5 de setembro de 2025, após a operação Carbono Oculto. A Rede Sol considerou a decisão “prática anticompetitiva” e questionou o Cade.
A Vibra argumentou que é “a única empresa que dispõe de tancagem” desse tipo de combustível, uma “infraestrutura estratégica para o abastecimento aeronáutico nacional”.
Segundo a Vibra, a resiliência unilateral do contrato foi motivada por dois fatores principais: o grave impacto reputacional associado à ligação da Rede Sol e de seus sócios com o PCC, durante a operação policial “Carbono Oculto”, e cláusulas contratuais que permitiam a resiliência unilateral e imotivada por qualquer das partes.
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A empresa destacou que, mesmo com a responsabilização administrativa e criminal ainda em andamento, os riscos reputacionais e comerciais associados à manutenção da relação com a Rede Sol eram elevados e, em tese, irreversíveis. Esses riscos incluem potenciais impactos em toda a cadeia de fornecimento e consumo, dadas as repercussões da associação da marca Vibra aos atos ilícitos que as autoridades alegam terem sido praticados pela Rede Sol.
A Rede Sol, por sua vez, reafirmou seu compromisso com a conformidade legal, a ética corporativa e a integridade em todas as suas operações. A empresa, que possui mais de 26 anos de história e aproximadamente 200 colaboradores diretos, ressaltou seu respeito às instituições de persecução penal e sua disposição de colaborar com as investigações da operação “Carbono Oculto”.
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