Venezuela Liberta Presos Políticos e Anuncia “Novo Momento Político”

Venezuela anuncia abertura política após libertações! Presidente interina, Rodríguez, declara novo momento político. Libertações em massa: 17 jornalistas e Roland Carreño são soltos

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(Imagem de reprodução da internet).

Venezuela Anuncia Abertura Política Após Libertações

A presidente interina da Venezuela, Rodríguez, declarou nesta quarta-feira (14) que o país está entrando em um “novo momento político”, em meio a um processo contínuo de libertação de presos políticos após o bombardeio que derrubou o então presidente.

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A declaração ocorreu sob pressão dos Estados Unidos, que solicitaram a libertação de figuras-chave do governo venezuelano após a captura de Nicolás Maduro em 3 de janeiro, resultado de uma incursão militar.

Rodríguez enfatizou a necessidade de um entendimento mútuo, baseado na diversidade de opiniões políticas. A mandatária interina afirmou que o processo de libertação, iniciado por Maduro, visa promover o diálogo e a resolução de divergências.

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A iniciativa busca estabelecer uma base para a reconstrução do cenário político venezuelano.

Segundo informações, o governo venezuelano informou a liberação de 406 presos políticos desde dezembro. No entanto, a ONG Foro Penal aponta para um número maior, contabilizando cerca de 180 excarcerações, considerando as duas rodadas de dezembro e os libertados no processo atual.

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Uma nova rodada de libertação ocorreu nesta quarta-feira, com a soltura de 17 jornalistas e trabalhadores da imprensa, incluindo o ativista opositor Roland Carreño. A presidente interina ressaltou que o processo de excarcerações ainda está em andamento, buscando abranger uma gama de acusações relacionadas à ordem constitucional, à intolerância e à violência, mas excluindo crimes graves como homicídio e tráfico de drogas.

Muitas pessoas foram detidas e processadas sob acusações de incitação ao ódio e traição à pátria, frequentemente em contextos eleitorais e de protestos da oposição. O governo venezuelano tem buscado responsabilizar indivíduos por atos considerados prejudiciais à estabilidade política do país.

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