O ataque a um país com a maior reserva petrolífera global gerou instabilidade nas cotações de ouro, dólar e nos preços de comercialização do petróleo. Especialistas apontam que a influência desse mercado é, em grande parte, especulativa, devido à limitada participação da Venezuela no comércio mundial de petróleo.
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Participação Limitada do Mercado Internacional
A Venezuela responde atualmente por menos de 1% do mercado global de petróleo. Essa baixa participação se deve a dois fatores principais: os embargos impostos pelos Estados Unidos e às características do petróleo venezuelano, que é considerado “pesado” e requer refinarias específicas localizadas no Golfo do México e nos Estados Unidos para processamento.
Processo de Refino e Comercialização
A exploração de petróleo envolve diversas etapas, desde o planejamento e pesquisa das características do produto em cada poço, até a extração, tratamento nas refinarias, distribuição e, finalmente, sua comercialização. Esse processo complexo demonstra que a produção venezuelana, apesar do grande potencial, enfrenta desafios significativos para impactar diretamente o mercado internacional.
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Comércio Clandestino e Frotas Fantasmas
Em meio às disputas pelas reservas venezuelanas, o comércio clandestino de petróleo tem ganhado destaque. Especialistas apontam que essa prática é uma alternativa para países sob sanções, como Venezuela e Irã, que enfrentam restrições impostas pelos Estados Unidos e pela Europa.
O uso de “frotas fantasmas”, formadas por navios petroleiros sem contratos de seguro adequados, aumenta os riscos no transporte do combustível.
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Estimativas de Embarcações
Estima-se que existam cerca de 300 embarcações de grande porte compondo essas frotas fantasmas. A operação desses navios representa um risco adicional devido à falta de seguros e contratos de transporte padronizados.
