Venezuela exige retorno imediato de Maduro e Cilia Flores após captura dos EUA. Operação complexa, planejada por meses, contou com apoio da CIA e da Força Delta
O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, declarou neste domingo (4) a exigência do “retorno imediato” do presidente deposto Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, após a captura realizada pelos Estados Unidos. López afirmou que a ação representa “um ato de agressão contra o legítimo presidente da Venezuela e a primeira-dama”.
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A captura de Maduro foi resultado de uma operação complexa, planejada por meses pelos Estados Unidos. Segundo fontes da Reuters, o planejamento incluía ensaios detalhados, com a Força Delta do Exército americano criando uma réplica exata do esconderijo de Maduro e praticando a entrada na residência fortemente fortificada.
A Central de Inteligência Americana (CIA) forneceu informações cruciais sobre o padrão de vida de Maduro, o que simplificou a operação de captura, conforme relatado por fontes da CNN e da Reuters. Além disso, a CIA possuía um “ativo” próximo a Maduro, responsável por monitorar seus movimentos e identificar sua localização em tempo real durante a operação.
Os planejadores militares e de inteligência dos EUA aguardaram condições climáticas favoráveis, com menor incidência de nuvens, antes de iniciar a operação. Segundo o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, general Dan Caine, a operação foi conduzida às 22h46 de sexta-feira (2) no horário de Washington, D.C.
O presidente Donald Trump acompanhou o desenrolar da operação em Palm Beach, na Flórida.
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