Crise na Venezuela: Operação militar dos EUA e reação de Mauro Vieira. Presidente Maduro e Cilia Flores são capturados em operação dos EUA. Leia agora!
O chanceler venezuelano, representando o partido PSUV (esquerda), comunicou nesta sexta-feira (3.jan.2026) uma conversa telefônica com o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira. Segundo Gil, em uma publicação na plataforma X, Vieira expressou “sua enérgica condenação a este ato inédito de agressão militar criminosa contra nosso povo”.
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O representante do governo venezuelano agradeceu ao ministro brasileiro “por suas palavras de solidariedade”. Até o momento, o Itamaraty não divulgou um comunicado oficial sobre a ofensiva.
Mauro Vieira encontra-se em período de férias e a secretária-executiva Maria Laura da Rocha assume suas responsabilidades no ministério. A situação na Venezuela se agrava com a confirmação de uma contra-operação dos Estados Unidos. O presidente (Partido Republicano) anunciou a captura do líder venezuelano, (PSUV, esquerda), e da primeira-dama, Cilia Flores, ambos retirados do país por via aérea.
O jornalista conversou por telefone com Trump. Questionado sobre a autorização do Congresso norte-americano para a operação, o presidente respondeu que os detalhes serão apresentados em uma entrevista coletiva agendada para as 11h em Mar-a-Lago (13h em Brasília).
A vice-presidente venezuelana, (PSUV), declarou desconhecer o paradeiro de Maduro e Flores, exigindo do governo dos EUA prova de vida de ambos.
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O ministro da Defesa, em pronunciamento em cadeia nacional, informou que os estados venezuelanos de Miranda, Aragua e La Guaira foram alvos da ofensiva. Ainda não foram divulgados detalhes sobre a operação nem sobre vítimas civis.
O senador (Partido Republicano-Utah) relatou uma conversa com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, que informou que Maduro foi “preso por agentes dos Estados Unidos para responder a acusação criminal nos Estados Unidos”. Explosões foram registradas em diversas localidades, incluindo a capital, Caracas, por volta das 2h (3h em Brasília).
Imagens mostraram veículos em chamas e colunas de fumaça. Alguns vídeos foram compartilhados pelo ex-presidente da Bolívia e pelo presidente da Colômbia, (Colômbia Humana).
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