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Venezuela em Crise: Maduro Prisão e Ação dos EUA

Estados Unidos invadem Venezuela, capturam Nicolás Maduro e Cilia Flores. Operação causa crise na América do Sul e impacta o setor de petróleo.

Por: redacao

05/01/2026 7:58

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Crise Política e Militar na Venezuela Após Invasão dos EUA

Os Estados Unidos realizaram uma operação militar de grande escala na Venezuela, durante a madrugada do último sábado, 3. A ação resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em uma operação que incluiu bombardeios em Caracas e em regiões estratégicas do país, como Miranda, La Guaira e Aragua.

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O presidente americano confirmou a operação, levando Maduro a uma prisão nos Estados Unidos, sob acusações de narcoterrorismo. A situação desencadeou uma crise sem precedentes na América do Sul, com impactos significativos na soberania venezuelana, no equilíbrio da região, no mercado global de petróleo e na arquitetura da segurança internacional.

Operação Militar e Captura de Maduro

De acordo com informações divulgadas, os EUA conduziram um ataque em larga escala contra a Venezuela, com bombardeios em Caracas e em estados estratégicos. A ofensiva resultou na derrubada de sistemas de energia e em alvos militares antes da captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

Maduro está atualmente preso no Metropolitan Detention Center, no Brooklyn, onde enfrenta acusações de narcoterrorismo e tráfico internacional de cocaína, com o objetivo de responder a processos em tribunais de Nova York.

Trump e a ‘Doutrina Donroe’

Após a operação, o presidente Donald Trump apresentou o que chamou de “Doutrina Donroe”, em referência direta à responsabilidade de Washington sobre o hemisfério ocidental. Trump afirmou que a ofensiva representa uma nova estratégia de intervenção regional e que novas ações militares não estão descartadas.

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O presidente também fez advertências diretas a Colômbia e México, sugerindo que ambos enfrentam problemas ligados ao narcotráfico e poderiam ser alvo de iniciativas semelhantes.

Disputa de Poder e Controle Político na Venezuela

Com Maduro preso, o Supremo Tribunal venezuelano determinou que a vice-presidente assumisse como presidente interina. As Forças Armadas reconheceram a decisão e declararam apoio ao decreto de “agitação externa”, que amplia os poderes do Estado em situação de conflito.

A presidente interina se manifestou, defendendo relações respeitosas com Washington dentro do direito internacional. Trump, por outro lado, afirmou que o secretário de Estado, Mike Pompeo, e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, teriam papel direto na administração do país.

Impacto no Setor de Petróleo e Mercados

A crise ocorre em um contexto de grande importância para o setor de petróleo. A Venezuela possui as maiores reservas comprovadas do mundo, estimadas em 303 bilhões de barris. Trump exigiu “acesso total” aos recursos naturais do país e anunciou que grandes petrolíferas americanas investirão bilhões de dólares para reconstruir a indústria venezuelana.

Diante da incerteza sobre oferta e estabilidade, os mercados financeiros apresentaram volatilidade. Analistas avaliam que a produção pode sofrer interrupções iniciais, mas que, no longo prazo, investimentos estrangeiros podem elevar a produção e pressionar os preços internacionais, embora esse processo seja lento e custoso.

Atualmente, a produção venezuelana está em torno de 800 mil barris por dia.

Reações Internacionais e Riscos Regionais

A ofensiva americana gerou forte reação diplomática. Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha divulgaram uma nota de condenação. O Conselho de Segurança da ONU convocou uma reunião de emergência, com apoio de Rússia e China. O presidente do Brasil classificou a ação como uma afronta gravíssima à soberania venezuelana e uma violação do direito internacional, alertando para o risco de desestabilização regional.

Especialistas apontam que o episódio representa um ponto de inflexão na segurança sul-americana, ao envolver um grande país do continente e ocorrer sem aval de organismos multilaterais. Para o Brasil, a crise deixa de ser apenas diplomática ou humanitária e passa a ter um componente militar mais sensível, em um contexto de fragilidade dos mecanismos regionais de coordenação e segurança.

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Autor(a):

redacao

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