Venezuela registra 100 mortes de militares em ataque. Ministro Vladimir Padrino anuncia balanço; ataque de Maduro é “bárbaro”
O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, anunciou na sexta-feira, 16 de janeiro de 2026, que 47 soldados venezuelanos, incluindo nove mulheres, perderam a vida em um ataque. A cerimônia de homenagem aos falecidos ocorreu em um local religioso na capital, Caracas.
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A informação foi divulgada através do canal do Ministério da Defesa.
O incidente, ocorrido em 3 de janeiro, foi atribuído ao governo de Nicolás Maduro (PSUV, esquerda). As autoridades venezuelanas expressaram profunda tristeza com a perda dos militares, destacando que o ataque foi perpetrado pelo governo dos Estados Unidos contra a Venezuela.
Na mesma data, a quinta-feira, 15 de janeiro, os restos mortais de 32 militares cubanos retornaram à Cuba. De acordo com o governo cubano, os militares foram mortos durante o ataque. A informação foi divulgada em comunicado oficial.
O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, elevou o número de mortos para 100 pessoas. Cabello afirmou que o ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela foi um ato “bárbaro”. Ele enfatizou que muitas das vítimas eram civis, incluindo mulheres, que foram atingidas pelo impacto de bombas lançadas contra o país.
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O ataque, ocorrido na madrugada de 3 de janeiro de 2026, foi considerado um ato de agressão contra a Venezuela. As autoridades venezuelanas condenaram o ataque e exigiram responsabilidade internacional. O incidente gerou tensões diplomáticas entre os países envolvidos.
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