Venezuela investiga mortes após ataque dos EUA a Maduro. Procurador Tarek William Saab anuncia equipe para investigar vítimas do ataque. Crime de guerra e agressão são denunciados
O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, anunciou nesta terça-feira (6) a criação de uma equipe de promotores para investigar as mortes resultantes do ataque realizado pelos Estados Unidos ao país, que culminou na captura do então presidente Nicolás Maduro.
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Saab informou que três promotores foram designados para conduzir a investigação sobre as “dezenas” de vítimas civis e militares consideradas inocentes durante o ocorrido, classificando o evento como um crime de guerra e uma agressão sem precedentes contra a Venezuela.
O procurador enfatizou que a equipe se concentrará em determinar as causas e responsabilidades por essas mortes, buscando garantir que os responsáveis sejam devidamente responsabilizados. A iniciativa demonstra a posição do governo venezuelano diante do ocorrido.
O governo venezuelano ainda não divulgou dados precisos sobre o número de mortos ou feridos. A situação permanece sob investigação e análise.
Saab também fez um apelo ao juiz americano Alvin K. Hellerstein, responsável pelo caso de Maduro nos Estados Unidos, solicitando que ele respeite o direito internacional e reconheça a falta de jurisdição do tribunal para julgar o líder venezuelano, considerando a proteção da imunidade diplomática como chefe de estado.
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