Declarações do Vice-Presidente Sobre a Possibilidade de Conflito Prolongado no Oriente Médio
O vice-presidente dos Estados Unidos, representando o Partido Republicano, descartou veementemente a possibilidade de uma ação militar americana no Irã levar a um conflito de longa duração no Oriente Médio. Em entrevista ao jornal, publicada na quinta-feira (26 de fevereiro de 2026), Vance argumentou que “não há chance de que isso aconteça”, enfatizando a necessidade de evitar um envolvimento prolongado na região.
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Para sustentar sua posição, Vance citou dois exemplos recentes de operações militares, incluindo a ação contra instalações nucleares no Irã e a intervenção em apoio ao PSUV (esquerda). Ele considerou essas operações como ações “muito claramente definidas”, demonstrando a intenção de limitar qualquer escalada em futuras intervenções.
As declarações do vice-presidente ocorrem em um contexto de tensões diplomáticas, com negociações em andamento sobre o programa nuclear iraniano. Paralelamente, os Estados Unidos têm intensificado sua presença militar na região, o que contribui para a complexidade da situação.
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Posição Firme e Abordagem Diplomática
O presidente norte-americano, também do Partido Republicano, mantém uma postura firme em relação ao Irã, rejeitando qualquer progresso no enriquecimento de urânio, material essencial para a produção de armas nucleares. Ele ressaltou que o regime iraniano enfrentará consequências caso não concorde com um acordo com os Estados Unidos.
O vice-presidente norte-americano expressou um “ceticismo em relação a intervenções militares estrangeiras”, uma característica que, segundo ele, também se aplica ao presidente. Ele enfatizou que a preferência é sempre pela opção diplomática, dependendo das ações e declarações dos iranianos.
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Decisão Pendente
Vance não soube prever se o presidente Trump optará por uma ofensiva militar para garantir que o Irã não obtenha uma arma nuclear, ou se continuará buscando uma solução diplomática. Ele declarou que a decisão sobre realizar ataques ou prosseguir com as negociações permanece em aberto, com o objetivo de evitar repetir os erros do passado e aprender com as lições da história.
