Van Gogh: Uma Lição de Resiliência Emocional
Vincent van Gogh é reconhecido por sua genialidade artística, mas também por uma vida marcada por desafios emocionais, frustrações e a busca por significado. Poucos conhecem a extensão de sua vida pessoal, revelada em mais de 200 cartas que detalham sua luta interna e uma notável inteligência emocional.
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Essas cartas oferecem insights valiosos sobre como lidar com a adversidade.
Em uma carta de 1878 dirigida a seu irmão Theo, Van Gogh expressa pensamentos que, segundo psicólogos modernos, são fundamentos da resiliência emocional. Na época, com 25 anos, ele sonhava em se tornar pastor, mas enfrentou repetidas rejeições e falhas em instituições religiosas.
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Apesar disso, ele escreveu: “O raio do alto nem sempre brilha sobre nós, e às vezes está atrás das nuvens.”
Van Gogh não dramatizava suas dificuldades, buscando uma abordagem racional e construtiva. Ele acreditava que “quem vive de forma íntegra, passa por dificuldades reais e ainda assim não é vencido por elas, vale mais do que alguém que só conhece a boa sorte”.
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Essa perspectiva envolve nomear os sentimentos, aceitar o que não se pode controlar e manter-se ativo na busca por melhorias.
Essa abordagem se alinha com o conceito moderno de resiliência emocional. As falhas de Van Gogh, múltiplas e persistentes, moldaram sua visão de vida. Para ele, o importante não era apenas superar obstáculos, mas aprender continuamente, mesmo diante do fracasso.
Ele aconselhava: “Sigamos com calma, examinando tudo e nos apegando ao que é bom, sempre buscando aprender mais sobre o que é útil e adquirir mais experiência.”
Essa lição é relevante para jovens profissionais que enfrentam desafios. Envolve transformar a frustração em motivação, e não em um obstáculo. Van Gogh e a ciência moderna concordam que a mente precisa de treinamento. Conceitos como mindfulness, autocontrole e regulação emocional já eram compreendidos por ele.
Em um contexto de alta produtividade e preocupações com a saúde mental, a reflexão sobre a resiliência emocional se torna essencial. Não é um luxo, mas uma necessidade para a sobrevivência no ambiente de trabalho. Desenvolver inteligência emocional é dominar a si mesmo.
