Usa o poder da economia: encomendas de bens de capital nos EUA sobem surpreendentemente!

Investimento recorde! Novas encomendas de bens de capital nos EUA surpreendem e impulsionam economia. Veja os detalhes!

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(Imagem de reprodução da internet).

Novas encomendas de bens de capital nos EUA superam expectativas em dezembro

As novas encomendas de bens de capital fabricados nos Estados Unidos apresentaram um aumento mais robusto do que o previsto em dezembro, consolidando a visão de que os investimentos das empresas em equipamentos se mantiveram fortes no quarto trimestre.

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O Departamento de Comércio divulgou os dados nesta quarta-feira (18), após a informação ter sido adiada devido à paralisação do governo federal em outubro e novembro de 2025.

Os pedidos de bens de capital, excluindo itens relacionados à defesa e aeronaves, subiram 0,6%, superando a expectativa de 0,4% dos economistas consultados pela Reuters. Esse aumento veio após uma revisão para cima do crescimento de 0,8% registrado em novembro.

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Esses pedidos são um indicador chave dos gastos empresariais e refletem o apetite contínuo por investimentos em novos equipamentos.

Paralelamente, as remessas desses bens de capital avançaram 0,9% em dezembro, após um crescimento de 0,2% em novembro. Essa dinâmica positiva sugere uma demanda crescente por máquinas e equipamentos, impulsionando a atividade na indústria manufatureira.

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Apesar do cenário favorável, alguns fatores ainda representam desafios. Tarificas sobre importações têm impactado negativamente a produção que não está diretamente ligada à inteligência artificial, um dos principais motores de investimento atualmente.

No entanto, economistas preveem uma recuperação mais ampla do setor manufatureiro ao longo do ano, à medida que a incerteza em relação a essas tarifas diminui.

As projeções indicam que a economia dos EUA provavelmente cresceu a uma taxa anualizada de 3% no quarto trimestre, após um crescimento de 4,4% no trimestre anterior (julho a setembro). Essa expectativa reflete a força contínua nos gastos com equipamentos e a crescente confiança na recuperação econômica.

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