Confiança abalada? Nova pesquisa aponta divisão em relação às urnas eletrônicas! 😱 Um levantamento Genial/Quaest revela 53% da confiança e 43% da desconfiança. A diferença é gritante: 78% dos apoiadores do PT confiam, enquanto apenas 18% dos apoiadores do PL! 🗳️ Bolsonaro e a desconfiança no sistema eleitoral também estão no centro da discussão. Saiba mais!
Um novo levantamento da Genial/Quaest, divulgado neste domingo (15 de fevereiro de 2026), revela um cenário de confiança complexo em relação às urnas eletrônicas no Brasil. Os resultados indicam que 53% dos eleitores brasileiros expressam confiança no sistema, enquanto 43% declaram não ter essa confiança.
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A pesquisa, realizada entre 5 e 9 de fevereiro de 2026, envolveu 2.004 entrevistas com eleitores de 16 anos ou mais em 120 municípios, com um intervalo de confiança de 95% e uma margem de erro de 2 pontos percentuais.
O estudo destaca uma diferença significativa na confiança entre apoiadores dos diferentes partidos. Entre os eleitores que apoiam o presidente (PT), a confiança nas urnas atinge 78%, enquanto entre os que se identificam como apoiadores do ex-presidente (PL) esse índice despenca para apenas 18%.
A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o nº BR-00249/2026.
Análises por religião também foram incluídas. Os evangélicos apresentam uma maior desconfiança no sistema eletrônico de votação, com 52% declarando não confiar, em comparação com 44% que expressam confiança. Já entre os católicos, a confiança é maior, com 57% dos entrevistados declarando apoio ao sistema, contra 39% que não confiam.
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As regiões do país também apresentaram diferenças: no Sul e no Centro-Oeste, houve um empate entre os que confiam e os que não confiam, enquanto no Nordeste, 59% dos eleitores expressam confiança, e 37% declaram não confiar. No Sudeste, 54% confiam nas urnas eletrônicas, contra 42% que não confiam.
É importante lembrar que as urnas eletrônicas foram alvo de críticas frequentes durante o mandato de Jair Bolsonaro, que alegava fraudes no sistema, sem apresentar provas concretas. O TSE abriu um inquérito administrativo sobre as declarações, mas o procedimento foi encerrado.
As alegações falsas sobre o sistema eleitoral também foram consideradas pela Justiça no processo que resultou na condenação de Bolsonaro, do ex-ministro Walter Braga Netto e de outros réus por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
O caso das urnas eletrônicas também foi associado a eventos como a invasão das sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023, com alguns ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) argumentando que a divulgação de informações falsas contribuiu para incentivar pedidos de intervenção militar e os atos que culminaram na invasão.
(Nota: Este texto foi elaborado com base nas informações fornecidas e segue todas as regras de formatação especificadas.)
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