União Europeia e Japão assinam novo acordo comercial após 26 anos de negociações. Acordo busca impulsionar comércio e investimentos entre blocos.
O novo acordo comercial entre blocos representa um marco significativo, com potencial para beneficiar tanto a União Europeia quanto o Japão. A situação econômica global, impactada pela recente tarifação, alterou a dinâmica da globalização, e este acordo pode contribuir para o entendimento após 26 anos de negociações.
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O acordo precisa ser aprovado pelo Parlamento Europeu, o que pode gerar resistência e possíveis recursos judiciais, especialmente em relação às regras comerciais. Além disso, questões ambientais, utilizadas como instrumento para limitar a concorrência, também serão debatidas nos Parlamentos nacionais.
Apesar dos desafios, as perspectivas são favoráveis para a balança comercial, investimentos e abertura de novos mercados, impulsionando o crescimento da economia a médio prazo. O IPEA estima que o PIB brasileiro possa expandir em 0,46% (ou US$ 9,3 bilhões a preços de 2023) em 17 anos.
A balança comercial do Brasil pode aumentar em US$ 302,6 milhões, impulsionada pela força do setor agropecuário. A indústria também se beneficiará, com o acordo estimulando investimentos e a busca por maior competitividade.
O consumidor poderá ter acesso a tarifas mais baixas em produtos importados da Europa, como vinhos, azeites, perfumes e chocolates, entre outros.
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Embora o acordo possa não atingir o nível de integração ideal, representa um avanço importante para o comércio entre os blocos, com reflexos positivos para as economias do Brasil e da União Europeia.
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