União Europeia e EUA em Crise Tarifária: Medidas Drásticas e Futuro do Comércio!

Comissão Europeia cobra clareza de EUA sobre tarifas! 🇪🇺🇺🇸 Tensão comercial aumenta com decisão da Suprema Corte e ameaças do governo americano. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

A Comissão Europeia expressou preocupação no domingo, 22, em relação à postura dos Estados Unidos em relação ao acordo comercial firmado no ano anterior. O bloco europeu solicitou maior clareza sobre os próximos passos, reiterando que não aceitará aumentos adicionais nas tarifas já estabelecidas.

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A preocupação surge em um contexto de tensões comerciais entre os dois maiores blocos econômicos do mundo.

Revisão Tarifária e Impacto nos Negócios

A União Europeia enfatizou que a maioria dos produtos europeus deve continuar a se beneficiar de condições comerciais competitivas, sem que haja elevação das tarifas além dos limites previamente acordados. A Comissão alertou que tarifas imprevisíveis podem gerar instabilidade nos mercados globais, minando a confiança dos investidores e das empresas.

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Diálogo e Negociações em Curso

O comissário europeu de Comércio, Maros Sefcovic, já se reuniu com representantes do governo americano, incluindo Jamieson Greer, representante de Comércio dos EUA, e Howard Lutnick, Secretário de Comércio. O objetivo é estabelecer um canal de comunicação aberto e buscar soluções que garantam a continuidade do acordo comercial.

Resposta dos EUA e Decisão da Suprema Corte

Em resposta à situação, o governo americano reafirmou que os acordos comerciais com a União Europeia, China, Japão e Coreia do Sul permanecem em vigor. Jamieson Greer, representante de Comércio dos EUA, assegurou que os Estados Unidos “vão manter” os acordos, mas sinalizou que os parceiros comerciais não devem esperar alívio tarifário com base em decisões judiciais.

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Controvérsia e Ações do Governo

A Suprema Corte dos Estados Unidos, em uma decisão de 6 votos a 3, autorizou o governo a elevar a alíquota de tarifas para 15%, utilizando a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974. O presidente americano classificou a decisão como “ridícula” e anunciou a adoção de alternativas legais para manter a política tarifária, gerando ainda mais incerteza no cenário comercial internacional.

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