Ulisses busca vaga na Assembleia e ‘Orelha’ ganha novo capítulo com MP!

Ulisses busca vaga na Assembleia de SC! Delegado-geral da Polícia Civil investigado no caso “Orelha”. Ministério Público abre procedimento. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Delegado-Geral da Polícia Civil de Santa Catarina Busca Vaga na Assembleia Legislativa

O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina anunciou que deixará o cargo para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado. A decisão surge em um momento de grande destaque nacional, impulsionada pelo caso envolvendo a Praia Brava, em Florianópolis.

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O delegado, que liderava uma investigação do MPSC, tem sido alvo de questionamentos sobre sua atuação.

Ulisses, em nota publicada no Instagram, justificou sua saída com base no cumprimento do prazo de desincompatibilização da Lei Eleitoral. A legislação exige que delegados se afastem da corporação pelo menos seis meses antes de qualquer eleição. “Após 22 anos de serviço, 19 como delegado de polícia e 3 anos e 2 meses como delegado-geral, escolhido pelo Governador Jorginho, estou me dedicando a uma nova empreitada como pré-candidato a Deputado Estadual pelo PL”, escreveu o delegado.

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Durante sua passagem à frente da PCSC, Ulisses listou diversas operações, investigações, ocorrências e números relevantes. No entanto, não informou a data exata de sua saída da corporação. A situação ganhou contornos mais complexos com a abertura de um procedimento preparatório pelo Ministério Público de Santa Catarina, que investiga a conduta do delegado no caso conhecido como “Orelha“.

O MPSC recebeu representações que questionam possível abuso de autoridade, violação de sigilo funcional e atos de improbidade administrativa. A principal suspeita é que Ulisses tenha divulgado informações que deveriam permanecer sob sigilo, o que poderia configurar beneficiamento por informação privilegiada ou risco à segurança pública.

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O delegado negou ter sido notificado sobre o procedimento e expressou confiança na atuação do Ministério Público, afirmando que as declarações feitas em conversas com jornalistas não envolviam informações sigilosas.

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