UE Reage com Firmeza à Decisão da Suprema Corte dos EUA
A Comissão Europeia manifestou sua preocupação e exigiu o cumprimento dos termos do acordo comercial firmado com os Estados Unidos no ano anterior, em resposta à recente decisão da Suprema Corte americana. A declaração veio após o anúncio do presidente Donald Trump sobre a implementação de novas tarifas globais, em retaliação à decisão da corte. “Um acordo é um acordo”, afirmou a comissão em um comunicado oficial, enfatizando a importância do cumprimento dos compromissos estabelecidos na Declaração Conjunta.
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A UE ressaltou que espera que os Estados Unidos mantenham seus próprios compromissos, refletindo uma postura de reciprocidade no relacionamento comercial.
A pressão da UE se intensificou com a demanda por “esclarecimentos sobre as medidas que os Estados Unidos planejam adotar” após a decisão da Suprema Corte. A corte americana havia determinado que Trump havia ultrapassado seus poderes ao impor as tarifas, que geraram instabilidade no comércio global.
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A situação gerou um debate acirrado sobre o futuro do acordo comercial, especialmente considerando a hesitação inicial do Parlamento Europeu em aprovar o texto.
Reação da UE e o Impacto do Julgamento
O julgamento da Suprema Corte dos EUA representou um ponto de inflexão na negociação do acordo comercial. Inicialmente, o Parlamento Europeu se mostrava resistente ao texto, mas a decisão da corte americana forçou uma reavaliação. A UE buscou garantir que os Estados Unidos cumprissem com as obrigações estabelecidas, visando estabilizar o comércio e evitar novas escaladas de tarifas.
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Novas Tarifas e Isenções Setoriais
Em resposta à decisão da Suprema Corte, Donald Trump anunciou o aumento da tarifa global de seu país, elevando-a de 10% para 15%. Essa medida entrará em vigor a partir de 24 de fevereiro e terá duração de 150 dias, com isenções específicas para determinados setores da economia americana.
Essa estratégia visa mitigar o impacto da medida nas empresas e consumidores americanos, ao mesmo tempo em que mantém a pressão sobre a UE.
