Ucrânia Busca Compromissos em Negociações na Suíça com Zelensky e EUA
Ucrânia busca compromissos em negociações na Suíça. Zelensky reafirma colaboração com EUA na busca por paz, após plano de Washington exigir concessões de Kiev.
Ucrânia Busca Compromissos em Negociações na Suíça
O presidente Volodymyr Zelensky declarou que a Ucrânia continuará a colaborar com parceiros, incluindo os Estados Unidos, na busca por soluções de paz. Ele fez a declaração no segundo dia de negociações na Suíça, após Washington ter apresentado um plano que exige concessões de Kiev.
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Zelensky comunicou a posição por videoconferência da Suécia, onde participava de uma cúpula de países que buscam a retirada da Rússia da península da Crimeia, território atualmente ocupado pela Ucrânia. A iniciativa visa estabelecer compromissos que fortaleçam a posição ucraniana sem enfraquecê-la.
Em comunicado conjunto divulgado no domingo, a Ucrânia e os Estados Unidos informaram sobre a elaboração de uma “estrutura de paz refinada” após negociações em Genebra. No entanto, os detalhes específicos da estrutura não foram divulgados.
Zelensky enfatizou que a Rússia deve arcar com os custos da guerra na Ucrânia e que a decisão sobre o uso de ativos russos congelados é um ponto crucial. Ele destacou que o momento é crítico, marcado por especulações na mídia e pressão política, o que exige decisões ponderadas.
A invasão russa em larga escala da Ucrânia começou em fevereiro de 2022. A Rússia controla aproximadamente um quinto do território ucraniano. A situação no conflito envolve avanços lentos russos no leste, com Moscou buscando estabelecer uma linha de frente de guerra.
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A Ucrânia, por sua vez, tem realizado ataques e afirma que as operações visam destruir infraestrutura militar russa.
O governo de Vladimir Putin nega ter como alvo civis, apesar das milhares de mortes no conflito, a maioria delas ucranianas. Há estimativas de que milhares de soldados tenham perdido a vida na linha de frente, mas nenhum dos lados divulga números oficiais de baixas militares.
Os Estados Unidos relatam que 1,2 milhão de pessoas foram afetadas pelo conflito, com mortes e ferimentos.
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