Tubarão-Dorminhoco na Antártida: Descoberta Surpreendente que Muda Tudo!

Tubarão-Dorminhoco na Antártida! 🤯 Equipe australiana registra predador em águas profundas e geladas. Desafia tudo o que sabíamos sobre a distribuição de tubarões. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Descoberta Surpreendente: Tubarão-Dorminhoco Registrado em Águas Profundas da Antártida

Uma equipe de pesquisadores da Universidade da Austrália Ocidental fez uma descoberta notável em janeiro de 2025, registrando pela primeira vez um tubarão-dorminhoco em águas profundas da Antártida. O registro, realizado a 490 metros de profundidade e em uma temperatura de 1,27°C, desafiou o que se pensava sobre a distribuição desses predadores marinhos.

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Detalhes da Descoberta

O tubarão, com um comprimento estimado entre três e quatro metros, foi capturado em vídeo enquanto se movia lentamente sobre um fundo marinho escuro e árido, característico de grandes profundidades oceânicas. A filmagem ocorreu no limite do Oceano Antártico, e a equipe da universidade só divulgou a notícia na última quarta-feira (18).

Contexto Científico

Segundo o pesquisador Alan Jamieson, diretor fundador do centro de pesquisa, a presença do tubarão em uma região tão ao sul do planeta era inédita. A descoberta contrariava a percepção comum de que tubarões não habitavam as águas geladas da Antártida.

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A equipe acredita que o animal estava em uma profundidade de cerca de 500 metros, possivelmente devido à camada de água relativamente mais quente presente em um oceano altamente estratificado.

Interação com Outros Animais Marinhos

Durante a filmagem, uma arraia permaneceu imóvel no leito oceânico, sem demonstrar reação à passagem do tubarão. A presença de arraias nessa região já era conhecida pelos cientistas. A equipe do Centro de Pesquisa em Águas Profundas Minderoo da universidade especula que outros tubarões possam viver nessa mesma faixa de profundidade, alimentando-se de carcaças de baleias, lulas gigantes e outros animais que afundam após a morte.

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Implicações da Descoberta

“Isso muda o que sabemos sobre a distribuição dos tubarões e sua capacidade de tolerar ambientes extremos. O Oceano Antártico pode não ser tão livre de tubarões quanto pensávamos!”, afirmou Alan Jamieson. A descoberta representa um avanço significativo no conhecimento da biologia marinha e da adaptação de espécies a condições ambientais extremas.

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