TsAG defende retomada de voos diretos com EUA! 🚀 Dmitry Yadrov cobra reciprocidade e fim das restrições para aeronaves russas nos EUA. Saiba mais!
A Agência Federal de Transporte Aéreo da Rússia (TsAG) manifestou sua disposição em retomar as conexões aéreas diretas com os Estados Unidos, desde que haja uma medida de reciprocidade na eliminação das restrições impostas às companhias aéreas de ambos os países.
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A declaração foi feita pelo diretor da agência, Dmitry Yadrov, em entrevista ao canal “Rússia 24” na segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026.
Yadrov enfatizou que a prioridade para a retomada das operações seria a remoção das restrições atuais. Isso envolveria garantir que as aeronaves russas que operassem nos Estados Unidos não fossem apreendidas e que recebessem todos os serviços necessários para a operação.
A agência busca uma situação em que as companhias aéreas possam operar sem enfrentar obstáculos.
As restrições aéreas entre os países foram implementadas em 2 de março de 2022, após o início do conflito entre Moscou e Kiev. Inicialmente, os Estados Unidos fecharam seu espaço aéreo para aeronaves russas, e posteriormente, a União Europeia adotou medidas similares.
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Antes da imposição dessas restrições, nenhuma companhia aérea norte-americana oferecia voos para a Rússia.
Antes das restrições, a companhia aérea russa Aeroflot operava quatro rotas diretas entre Moscou e os Estados Unidos, conectando os aeroportos de Nova York (JFK), Washington (IAD), Los Angeles (LAX) e Miami (MIA). A Rússia, em resposta, impôs restrições equivalentes a 36 países, incluindo os Estados Unidos, exigindo autorização especial da Rosaviatsia ou do Ministério das Relações Exteriores russo.
Atualmente, a única maneira de viajar entre os Estados Unidos e a Rússia é por meio de voos com conexões em países como Turquia, Egito, Emirados Árabes Unidos e Costa do Marfim. As companhias aéreas norte-americanas relataram uma redução no número de passageiros e cargas transportados, além de ajustes nas rotas para voos transpacíficos, visando garantir locais de pouso de emergência.
Em contraste, as transportadoras chinesas continuam utilizando o espaço aéreo russo em voos para os Estados Unidos. Recentemente, o governo norte-americano propôs impedir companhias aéreas da China de sobrevoar território russo em rotas de ida e volta aos Estados Unidos, devido à redução no tempo de voo proporcionada pela prática, que colocaria companhias dos EUA em desvantagem.
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