Trump lidera reunião histórica para Gaza! Presidente dos EUA busca soluções com 47 países. Fundo de US$ 2,4B arrecadado! Saiba mais
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, liderará nesta quinta-feira (19) a primeira reunião do seu Conselho de Paz, com o objetivo de discutir o futuro da situação em Gaza. O evento acontecerá no recém-inaugurado Donald J. Trump U.S. Institute of Peace, em Washington, D.C., e reunirá representantes de aproximadamente 47 países, além da União Europeia.
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A agenda central da reunião visa abordar os desafios relacionados à estabilização do enclave, buscando soluções para questões complexas.
Durante o encontro, espera-se que o presidente Trump anuncie o sucesso na arrecadação de fundos para o fundo de reconstrução de Gaza. Segundo informações preliminares, os Emirados Árabes Unidos e o Kuwait se comprometeram com contribuições de US$ 1,2 bilhão cada.
O objetivo é fornecer suporte financeiro essencial para a recuperação da região.
Além do financiamento, o governo americano planeja a criação de uma Força de Estabilização Internacional. A ideia é que um contingente de milhares de tropas, provenientes de diversas nações, auxilie na manutenção da ordem e segurança no território de Gaza.
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No entanto, o processo de desdobramento efetivo dessa força pode levar semanas ou até meses, dependendo da coordenação internacional.
A composição do conselho tem gerado debates, principalmente devido à ausência de representantes palestinos. Adicionalmente, os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, como França, Grã-Bretanha, Rússia e China, não participarão do evento.
Um dos principais obstáculos apontados pelas autoridades é a relutância do Hamas em entregar armamentos, conforme estabelecido no plano de 20 pontos proposto por Trump, que previa um cessar-fogo em outubro passado.
Outro ponto crucial da pauta é o fluxo de ajuda humanitária, que é considerado urgente e em estado precário. A reunião deve definir responsabilidades na distribuição desses recursos e também abordar a questão da mediação indireta com o Hamas, com países como Catar e Turquia atuando como intermediários.
A situação exige uma abordagem cuidadosa e coordenada para garantir que a assistência chegue à população necessitada.
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