Tarifas de aço e alumínio sob ataque! Governo Trump avalia revisão com crise e eleições se aproximando. Ameaça à economia e críticas internas! Saiba mais.
O governo dos Estados Unidos, sob a administração republicana, está avaliando a possibilidade de reduzir parte das tarifas impostas sobre produtos de aço e alumínio. Essa análise surge em um momento delicado, com o aumento do custo de vida e uma queda nas taxas de aprovação do presidente às vésperas das eleições legislativas de novembro de 2025.
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A estratégia se inspira em medidas já adotadas por Donald Trump no ano passado, quando a administração implementou tarifas de até 50% sobre importações de aço e alumínio. A lista de produtos abrangidos se expandiu consideravelmente, incluindo itens de uso doméstico como formas de torta e latas para alimentos e bebidas.
A avaliação atual do governo busca mitigar os efeitos das tarifas sobre o consumidor e a economia americana. Há evidências de que as tarifas têm contribuído para o aumento dos preços ao consumidor, o que contradiz o argumento inicial de que as empresas estrangeiras absorveriam o impacto.
O alto nível de impostos de importação dos EUA, o mais elevado desde antes da Segunda Guerra Mundial, tem gerado preocupação. Economistas apontam que o impacto principal recai sobre consumidores e empresas americanas. Dados recentes do Pew Research Center indicam que mais de 70% dos adultos americanos consideram a situação econômica como regular ou ruim, e 52% acreditam que as políticas econômicas de Trump têm piorado o cenário.
A situação também gera tensões políticas internas. A Câmara dos Representantes, o principal parceiro comercial dos EUA, está considerando a proposta de flexibilização das tarifas. O presidente Trump deve vetar a medida, mas o episódio expõe divergências dentro do próprio Partido Republicano, especialmente entre congressistas que disputam eleições acirradas e enfrentam críticas de pequenos empresários e consumidores.
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Um fator adicional que influencia a revisão é a complexidade do sistema atual. Desde a implementação das tarifas, empresas americanas têm solicitado a inclusão de produtos estrangeiros na lista de bens taxados, alegando riscos à segurança nacional.
Essa demanda resultou em quase 100 pedidos recentes, abrangendo desde peças de bicicleta até utensílios de panificação.
O governo busca simplificar o sistema, reconhecendo que sua aplicação se tornou excessivamente complexa. Países como Reino Unido, México, Canadá e membros da União Europeia (UE) poderiam se beneficiar de uma flexibilização das medidas.
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