Trump rebate acusações e exalta tarifas como motor da recuperação econômica! Ex-presidente defende estratégia e revela dados surpreendentes. Saiba mais!
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), defendeu publicamente a política de tarifas implementada durante seu governo, argumentando que ela foi fundamental para a recuperação econômica do país. Em um artigo publicado na sexta-feira, dia 30 de janeiro de 2026, Trump descreveu a estratégia como um “milagre econômico”, afirmando que conseguiu reverter a situação que herdou do ex-presidente Joe Biden.
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Segundo o comunicado, Trump criticou o alto déficit orçamentário e comercial deixado pelo governo anterior, alegando que a administração republicana conseguiu reduzir esses números através do uso das tarifas. Ele enfatizou que a política de tarifas não prejudicou o crescimento, mas sim o promoveu, levando o país a um novo patamar de “grandeza”, conforme suas palavras.
O artigo também detalha o impacto das tarifas na atração de investimentos estrangeiros para os Estados Unidos. Em menos de um ano de gestão, os Estados Unidos conseguiram garantir compromissos de investimento que ultrapassaram os US$ 18 trilhões.
Em contraste, Trump ressaltou que durante os quatro anos do governo Biden, o país atraiu menos de US$ 1 trilhão em investimentos.
O ex-presidente também apontou que países que dependiam de exportações para os EUA foram obrigados a aceitar as tarifas para evitar perdas ainda maiores. Apesar do aumento significativo na taxa média de tarifas sobre produtos estrangeiros – que excedeu 5 vezes o valor original –, Trump argumentou que a inflação nos Estados Unidos diminuiu.
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Ele negou previsões de “retaliação” global contra produtos americanos, afirmando que o que ocorreu foi o oposto: acordos comerciais foram firmados com diversos países, fortalecendo as relações e expandindo as alianças.
Entre as nações com as quais os EUA estabeleceram novos acordos comerciais, destacam-se China, Reino Unido, União Europeia, Japão, Coreia do Sul, Vietnã, Indonésia, Filipinas e Malásia. O objetivo, segundo Trump, era criar relações comerciais mais estáveis e vantajosas para os Estados Unidos.
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