Trump reafirma ambição pela Groenlândia e destaca relações positivas com Macron e Starmer.
O presidente americano comentou nesta terça-feira (20) sobre a crescente tensão envolvendo a Groenlândia, enfatizando que a posse da ilha é uma questão “imprescindível e sem volta”. A declaração foi feita durante uma conversa com jornalistas, marcando o primeiro aniversário de seu segundo mandato.
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Ao ser questionado sobre os passos a serem dados para adquirir a Groenlândia, respondeu com a frase “você vai descobrir”, mantendo a determinação da administração.
Em meio à situação, o presidente expressou uma relação positiva com Emmanuel Macron, presidente da França, e Keir Starmer, além de destacar que, em sua ausência, os demais membros da aliança demonstram maior cautela. A declaração ocorreu em um contexto de crise com a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).
O presidente americano afirmou que ninguém contribuiu mais pela Otan do que ele, e que a aliança precisa demonstrar justiça em relação aos Estados Unidos. A afirmação foi feita em meio a uma das maiores crises com a aliança militar ocidental, devido à decisão de tomar a Groenlândia, que pertence à Dinamarca, país membro da Otan.
Além da tensão com a Dinamarca em relação à ilha de controle, o republicano também abordou a situação da Venezuela, defendendo a operação que resultou na captura de Nicolás Maduro, detido nos Estados Unidos desde o dia 3 de janeiro. O presidente considerou Maria Corina Machado, opositora venezuelana, fundamental na transição do país, após receber uma medalha do Nobel.
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“É uma mulher incrivelmente gentil que fez algo realmente incrível”, disse o mandatário a jornalistas. “Estamos conversando com ela, talvez possamos envolvê-la de alguma forma, eu adoraria.”
No balanço sobre o seu primeiro ano e governo referente ao segundo mandato, Trump expressou frustração com a falta de repercussão positiva de sua mensagem econômica entre os americanos. Ao mesmo tempo, se vangloriou de suas conquistas, particularmente a redução do déficit comercial e da imigração ilegal.
“Herdamos um caos. Os números que herdamos estavam aumentando com força, e agora os reduzimos, quase todos, para níveis muito mais baixos”, afirmou o presidente americano em uma coletiva de imprensa na Casa Branca, antes de criticar seus assessores de comunicação, que, segundo ele, não conseguem fazer com que sua mensagem “chegue” aos americanos. “Fizemos mais que qualquer outra administração, com folga, em termos militares, em termos de pôr fim a guerras, em termos de concluir guerras”, disse Trump. “Ninguém viu realmente algo parecido”, garantiu.
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