Trump reacende planos de intervenção em Cuba: “Vou ter o controle”

Trump sugere intervenção em Cuba após colapso da rede elétrica!
O ex-presidente reacende o debate sobre a ilha e seu controle estratégico. Saiba mais!

22/03/2026 8:04

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(Imagem de reprodução da internet).

Trump Reflete sobre Possível Intervenção em Cuba

Em um momento de crescente instabilidade na ilha, Donald Trump comentou na segunda-feira (17) sobre a possibilidade de “ter a honra de tomar Cuba”. A declaração ocorreu em paralelo com o primeiro colapso total da rede elétrica cubana desde que os Estados Unidos interromperam o fornecimento de petróleo para o país caribenho.

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De acordo com Mariana Janjácomo, correspondente da CNN Brasil, a fala do ex-presidente americano reflete um interesse contínuo em Cuba, devido à sua localização estratégica próxima à Flórida. Trump argumenta que essa posição geográfica poderia permitir um maior controle do comércio na região, especialmente no Golfo do México, que ele frequentemente denomina “Golfo da América”, além de garantir proteção ao Canal do Panamá.

A questão da intervenção em Cuba é, no entanto, distinta da Venezuela ou do Irã, que possuem vastas reservas de petróleo e gás. Cuba carece de recursos energéticos significativos, o que torna a situação predominantemente política.

Trump já havia manifestado anteriormente seu interesse em Cuba sob uma perspectiva imobiliária, destacando o “ótimo terreno” da ilha para turismo e investimentos, utilizando uma retórica similar àquela que emprega em relação a Gaza, onde propõe a criação da “Riviera do Oriente Médio”.

A justificativa para uma possível ação contra Cuba, segundo o ex-presidente, poderia seguir a linha adotada em relação à Venezuela, focando na questão do regime político.

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A presença de Marco Rubio em seu governo, cujos pais originários são cubanos, reforça essa narrativa. Durante uma recente coletiva na Casa Branca, um influenciador já estava promovendo a ideia de que Trump poderia ser “o presidente que finalmente vai libertar Cuba”.

O legado presidencial também parece ser uma forte motivação para Trump. Segundo a correspondente, o ex-presidente “se importa muito com o legado que vai deixar como presidente”, e isso influencia muitas de suas decisões. Considerando a histórica tensão entre EUA e Cuba, uma intervenção poderia ser vista como uma marca importante para sua administração.

A atual situação na Cuba, que sofre com as sanções dos EUA, agrava a vulnerabilidade do país e pode servir como pano de fundo para as declarações de Trump sobre uma possível intervenção na ilha.

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