Trump rejeita New Start e propõe tratado nuclear com China! 🚨 Presidente lança plano para modernizar controle de armas com Rússia e China. Saiba mais!
Em uma decisão anunciada na quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026, o presidente (Partido Republicano) rejeitou uma extensão voluntária do tratado New Start, o último acordo de controle de armas em vigor entre os Estados Unidos e a Rússia. Em vez de prolongar o acordo existente, o presidente Trump propôs que especialistas trabalhassem em um novo tratado “aprimorado e modernizado” com maior durabilidade.
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Essa proposta foi divulgada em sua plataforma Truth Social, refletindo uma crítica ao New Start, que ele qualificou como “um acordo mal negociado” e “grosseiramente violado”.
O presidente Trump argumentou que o New Start, que permitiu apenas uma extensão em 2021, não atendia às necessidades atuais de segurança nacional. A decisão de Putin de suspender inspeções presenciais e outras medidas de verificação também foi citada como um fator determinante na proposta de um novo tratado.
A intenção é criar um acordo mais robusto e duradouro, com a participação da China, caso seja possível.
O porta-voz do Kremlin, Peskov, confirmou a expiração do tratado no final da quinta-feira, embora tenha havido alguma confusão sobre o momento exato. A Casa Branca, por meio de sua porta-voz, informou que os Estados Unidos continuariam as conversas com a Rússia.
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Atualmente, Rússia e Estados Unidos possuem cerca de 4.000 ogivas nucleares cada, enquanto a China tem aproximadamente 600. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou que Moscou estava preparada para tomar “medidas militares decisivas para mitigar potenciais ameaças adicionais à segurança nacional”, mas também permanecia aberta à diplomacia.
A China também manifestou seu apoio à retomada do diálogo com os EUA e Moscou sobre “estabilidade estratégica”. Apesar das propostas, a China tem recusado negociações com Moscou. O presidente Trump já expressou interesse em substituir o New Start por um acordo que inclua a China, mas a complexidade das relações geopolíticas e a falta de confiança entre as potências representam um desafio significativo para a busca de um novo acordo de controle de armas.
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