Trump propõe controle da Groenlândia e tensões com Macron e Europa em Davos

Trump propõe controle da Groenlândia em Davos; Macron e G7 se unem contra plano. Reunião do G7 em Paris é sugerida.

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(Imagem de reprodução da internet).

A participação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Fórum Econômico Mundial em Davos parece centralizar-se em uma proposta específica que deverá ser o foco das discussões durante o evento. O presidente Trump tem demonstrado interesse em discutir a possibilidade de assumir o controle da Groenlândia, um território autônomo da Dinamarca.

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Reuniões Diplomáticas e Segurança no Ártico

Em sua agenda, Trump planeja reunir-se com diversas lideranças para abordar essa questão. Uma das conversas planejadas foi com Mark Rutte, secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), com foco na segurança da região ártica.

O presidente também aceitou um encontro multilateral em Davos, embora os participantes ainda não tenham sido divulgados.

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Tensão Diplomática com a Europa

A declaração de Trump sobre a Groenlândia gerou tensões diplomáticas com aliados europeus. O primeiro-ministro francês, Emmanuel Macron, tornou-se um opositor notável ao plano. Em resposta às ameaças comerciais, Macron propôs que a União Europeia ativasse seu mecanismo de retaliação mais rigoroso.

Retaliação e Proposta de Reunião do G7

Trump chegou a ameaçar impor tarifas de até 200% sobre produtos franceses, como vinhos e champanhes. Para acalmar a situação, Macron sugeriu a realização de uma reunião do G7 em Paris, com a participação de Ucrânia, Dinamarca, Rússia e Síria.

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A Dinamarca ainda não se pronunciou oficialmente sobre a proposta americana.

Outros Desenvolvimentos e Foco na Economia Americana

Em paralelo, Trump planeja destacar os resultados da economia americana, que ele descreve como a “mais quente do mundo”, com altos no mercado de ações e aumento de investimentos. O presidente expressou confiança na recepção de sua proposta, afirmando que “não há como voltar atrás” em relação à Groenlândia.

Ele também enviou uma carta ao primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, agradecendo a Maria Corina Machado por uma medalha oferecida.

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