Trump ordena operação militar que captura Maduro na Venezuela e causa críticas

EUA realizam operação militar na Venezuela e capturam Maduro. Ação resulta na prisão do presidente venezuelano e de sua esposa. Leia agora!

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(Imagem de reprodução da internet).

O presidente dos Estados Unidos, do Partido Republicano, anunciou, em seu perfil na rede Truth Social, a realização de uma operação militar contra a Venezuela. A ação resultou na captura do presidente (PSUV, esquerda) e de sua esposa. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, informou que o então presidente Trump ordenou a captura de Maduro na noite anterior, em operação realizada na madrugada de sábado.

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Ações e Detenção

A operação militar envolveu ataques a quatro alvos na Venezuela, utilizando 150 caças e bombardeios. Helicópteros militares dos EUA transportaram tropas para Caracas, capital venezuelana, com o objetivo de capturar Maduro. A missão durou aproximadamente duas horas e 20 minutos.

Controvérsias e Questionamentos

Há questionamentos sobre a legitimidade da operação, devido à ausência de aprovação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas. O presidente Trump defendeu a ação, argumentando que não era necessária a aprovação internacional.

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Também surgem dúvidas sobre o descumprimento de leis dos EUA, que exigem a aprovação prévia do Congresso.

Reações e Declarações

O secretário de Estado, declarou que não houve comunicação prévia com os congressistas. Autoridades venezuelanas relataram a morte de civis durante a operação, enquanto um oficial norte-americano afirmou que não houve baixas entre militares dos EUA.

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A vice-presidente Delcy Rodríguez, manifestou disposição para cooperar com ações lideradas pelos EUA, após conversar com o presidente Trump.

Posições e Reações Políticas

A líder oposicionista María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, criticou a ação dos EUA, classificando-a como uma violação da soberania venezuelana. A vice-presidente Delcy Rodríguez, afirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país e que a Venezuela está aberta a uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional.

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