Estados Unidos realizam operação militar em larga escala na Venezuela. Presidente Nicolás Maduro e Cilia Flores são capturados. Ação causa choque internacional
Em um desenvolvimento surpreendente, os Estados Unidos realizaram uma operação militar em larga escala contra a Venezuela durante a noite. Como parte da ação, o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e removidos do país.
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A informação foi divulgada pelo presidente Donald Trump em uma postagem na plataforma Truth Social.
As autoridades americanas alegam que Nicolás Maduro, que assumiu o poder em 2013 após a morte de Hugo Chávez, administrava um “narcoestado” e havia fraudado a eleição de 2024, conforme apontado pela oposição. A acusação de que os EUA buscavam controlar as reservas de petróleo venezuelanas também foi levantada.
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, expressou preocupação com o paradeiro de Maduro e Flores, exigindo provas de vida. O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino, classificou a ação como um ato de agressão e demonstrou a rejeição da Venezuela à presença de tropas estrangeiras.
O governo russo manifestou preocupação com os eventos, condenando o que classificou como um “ato de agressão armada” e enfatizando a importância de evitar uma escalada da situação através do diálogo. A ação gerou forte oposição de governos latino-americanos, considerando a eleição de 2024 como fraudulenta.
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Explosões foram relatadas em Caracas e outras regiões da Venezuela, levando o governo de Maduro a declarar estado de emergência e mobilizar tropas. A situação gerou preocupação internacional e reacendeu lembranças de intervenções passadas na região.
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