O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta terça-feira (27) que não acredita que o enfermeiro Alex Pretti, falecido em Minneapolis, tenha agido com intenção de cometer um crime. Em declarações feitas na Casa Branca, o líder americano respondeu a perguntas sobre a descrição utilizada pelo chefe de gabinete adjunto, Stephen Miller, no sábado.
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Trump respondeu com uma resposta concisa: “Não”, repetindo a palavra. Adicionalmente, afirmou: “É um incidente muito lamentável”. Ele enfatizou a impossibilidade de possuir armas, afirmando que “simplesmente não pode” permitir que indivíduos carreguem armas.
Após a declaração de Miller, que o descreveu como “um aspirante a assassino” que “tentou assassinar agentes federais”, o vice-presidente JD Vance republicou a afirmação nas redes sociais.
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Reação dos Pais de Alex Pretti
Os pais de Alex Pretti condenaram as alegações de “mentiras” propagadas pela administração de Donald Trump sobre o seu filho. Eles expressaram sua decepção com a forma como o caso foi apresentado.
Declarações da Casa Branca
Na segunda-feira (26), a secretária de imprensa Karoline Leavitt tentou minimizar os comentários de Trump sobre o caso. Ela informou que não tinha ouvido o presidente “caracterizar o Sr. Pretti dessa maneira”. Leavitt acrescentou que “ninguém na Casa Branca, incluindo o presidente Trump, quer ver indivíduos nas ruas da América”.
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Ela também mencionou a importância de proteger veteranos e americanos da violência de criminosos imigrantes.
Circunstâncias da Morte de Alex Pretti
Alex Pretti, um homem de 37 anos, foi morto a tiros por agentes federais de imigração em Minneapolis, nos Estados Unidos, no sábado (24). Segundo relatos de familiares e colegas, Pretti trabalhava como enfermeiro, dedicando-se ao cuidado de veteranos doentes.
Ele atuou como enfermeiro na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Centro Médico de Veteranos de Minneapolis por aproximadamente cinco anos.
Seus pais, Michael e Susan Pretti, em um comunicado, destacaram a bondade e o desejo de ajudar de Alex, enfatizando seu compromisso com a família, amigos e veteranos americanos que ele cuidava.
O Departamento de Segurança Interna (DHS) afirmou que os agentes agiram em legítima defesa, tomando a arma de Pretti no local.
