Trump mantém submarino nuclear perto da Rússia após teste de míssil
Biden mantém embarcação no Mar do Norte após teste de míssil de Putin. Leia no Poder360.
Tensão Aumenta com Teste de Míssil Russo
O presidente dos Estados Unidos, (Partido Republicano), declarou nesta segunda-feira (27.out.2025) que mantém um submarino nuclear próximo ao território russo. A informação foi divulgada pela . A declaração ocorreu em resposta ao anúncio do presidente (independente) sobre o teste bem-sucedido do míssil intercontinental Burevestnik, realizado no domingo (26.out).
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O míssil Burevestnik, desenvolvido pela Rússia, é capaz de transportar ogivas nucleares. Moscou afirma que o armamento possui capacidade de superar sistemas de defesa existentes e será incorporado às Forças Armadas russas. O teste foi realizado no domingo.
Em áudio divulgado pela Casa Branca, o presidente norte-americano afirmou: “Eles sabem que temos um submarino nuclear, o maior do mundo, bem próximo à costa deles, portanto, não é necessário percorrer 8.000 milhas [12.800 km]”. O presidente norte-americano criticou a postura russa.
O presidente norte-americano criticou a postura russa e afirmou que Moscou deveria se concentrar em encerrar a guerra na Ucrânia.
O general Valery Gerasimov, das Forças Armadas russas, informou que o Burevestnik percorreu 14.000 km em aproximadamente 15 horas e “não atingiu seu alcance limite”. O míssil excede o limite de 5.500 km, caracterizando-o como intercontinental e permitindo atingir qualquer ponto dos Estados Unidos.
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Putin classificou o Burevestnik como uma “arma invencível” e justificou seu desenvolvimento como resposta à expansão da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e à saída dos Estados Unidos do Tratado de Mísseis Antibalísticos, em 2001.
Reações e Contexto
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que a Rússia “é guiada por seus próprios interesses nacionais”. Dmitry Medvedev, ex-presidente russo e aliado de Putin, declarou que os Estados Unidos “entraram de vez no caminho da guerra”.
A escalada de tensões entre os dois países aumentou na última semana, após Trump impor novas sanções econômicas à Rússia.
O conflito na Ucrânia completará 4 anos em fevereiro de 2026 e permanece sem resolução.
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