Trump lidera virada da Casa Branca sobre o Brasil, aponta Eurasia

Trump expressa frustração com tarifas brasileiras, aponta diretor da agência de risco.

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(Imagem de reprodução da internet).

Virada de Posítica dos EUA sobre o Brasil

A mudança na postura do governo americano em relação ao Brasil é liderada pelo presidente Donald Trump, conforme aponta o diretor-executivo para as Américas da Eurasia Group, Christopher Garman. Em uma declaração recente, o republicano expressou elogios a Luiz Inácio Lula da Silva (PT), parabenizando-o por seu aniversário e descrevendo-o como “muito vigoroso”.

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Essa posição contrasta significativamente com a avaliação feita em julho, quando a relação comercial entre os dois países foi classificada como “injusta” e o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu críticas.

Fatores que Influenciam a Mudança

Garman atribui a mudança a diversos fatores. Ele destaca uma crescente frustração do presidente Trump com a política externa em relação ao Brasil. Segundo o diretor da Eurasia Group, a equipe do Departamento de Estado havia promovido a ideia de uma possível reversão da situação, mas a falta de evidências concretas levou Trump a questionar a eficácia das medidas.

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Ele considera que houve a venda de um “peixe” sem a entrega do produto prometido.

Interesse na Economia de Minerais

Um ponto de interesse para a Casa Branca é a riqueza do Brasil em minerais críticos, que possuem grandes reservas, porém, o país não possui capacidade de refino e mineração. Recentemente, a China restringiu a exportação desses materiais, utilizados na produção de chips e equipamentos militares.

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A China é a maior produtora de terras raras, respondendo por 91% do refino mundial.

Expectativas e Realidades

Garman comenta sobre um “terremoto” em Washington após a suspensão da exportação de minerais críticos pela China. Ele expressa otimismo em relação a um possível desalinhamento das expectativas dos Estados Unidos e das realidades do Brasil em relação ao acordo.

Ele acredita que o Brasil oferecerá algumas condições, mas não demonstrará disposição para aceitar tudo o que os americanos desejam.

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