Em uma terça-feira, 24 de fevereiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, do Partido Republicano, apresentou sua posição sobre a transição de gênero de estudantes em escolas. Ele defendeu a proibição de escolas permitirem que alunos façam essa transição sem o consentimento dos pais.
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O presidente Trump enfatizou a importância de manter os pais envolvidos nas decisões relacionadas à saúde e bem-estar de seus filhos.
Reações e Controvérsias
A declaração do presidente gerou reações diversas. Ele observou que os democratas não demonstraram apoio à sua posição. Em suas falas, Trump expressou sua frustração com a falta de consenso sobre o tema, utilizando uma linguagem forte para enfatizar sua convicção.
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O Caso Sage Blair e a “Lei de Sage“
O debate sobre o tema ganhou destaque com o caso de Sage Blair, uma estudante de uma universidade batista. A avó de Sage, Michele Blair, entrou com um processo contra o Conselho Escolar do condado de Appomattox, após alegar que a escola não a informou sobre o bullying e assédio que a neta sofria devido à sua identidade de gênero.
A proposta de lei, apelidada de “Lei de Sage”, busca garantir que os profissionais das escolas notifiquem os pais caso um estudante se identifique com um gênero diferente do seu sexo biológico.
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Argumentos Legais e Éticos
O caso de Sage Blair envolveu argumentos sobre os direitos dos pais, a saúde mental dos jovens e a responsabilidade das instituições de ensino. A defesa de Michele Blair argumentava que a escola violou seu direito de conduzir a criação da criança, ao não informá-la sobre as preferências de gênero de Sage.
O tribunal, no entanto, rejeitou a alegação, considerando que não havia evidências suficientes para concluir que a escola agiu com negligência.
Contexto e Implicações
O discurso sobre o Estado da União é um evento tradicional no calendário político americano, onde o presidente apresenta os principais feitos do governo. O caso de Sage Blair e o debate em torno da “Lei de Sage” refletem tensões existentes sobre questões de saúde, identidade e os papéis da família e da escola.
A decisão do tribunal de agosto de 2025, que manteve a decisão anterior, ressaltou a complexidade das questões envolvidas e a necessidade de um diálogo aberto e informado.
