Trump lança Departamento de Guerra e aposta em estratégia agressiva para o mundo!
Trump muda nome do Departamento de Defesa para “Departamento de Guerra”! Em 2025, medida visa fim de “guerras eternas”. Ataques em Israel e Venezuela chocam mundo
Novo Departamento de Defesa Reflete Mudança de Estratégia dos EUA
Em setembro de 2025, o então presidente Donald Trump implementou uma mudança significativa na estrutura do governo, assinando uma ordem executiva que alterava o nome do Departamento de Defesa para Departamento de Guerra. Essa decisão visava refletir uma nova postura dos Estados Unidos, abandonando uma estratégia de mera defesa e adotando uma abordagem mais proativa e ofensiva.
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A mudança, que não ocorria desde a Segunda Guerra Mundial, simbolizava uma virada na política militar do país.
A decisão de Trump, que havia prometido durante sua campanha retirar os EUA de “guerras eternas” e criticado as intervenções americanas no Afeganistão e no Iraque, refletia um desejo de priorizar os problemas internos em vez de gastos militares no exterior.
A nova estratégia buscava usar o poderio militar americano para dissuadir conflitos, com a premissa de que o medo da força americana levaria outros países e grupos a evitar ataques aos Estados Unidos e seus aliados.
Em janeiro de 2025, durante seu discurso de posse, Trump enfatizou essa nova abordagem, declarando: “Vamos medir nosso sucesso não só pelas batalhas que vencemos, mas também pelas guerras que terminamos e, mais importante, pelas guerras em que nunca entramos.
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Isso se chama paz pela força”. A intenção era clara: o poderio militar americano seria usado para evitar que os EUA se envolvessem em conflitos prolongados.
Nos meses seguintes, Trump acelerou os movimentos militares, com ataques em série. Em junho, houve bombardeios em conjunto com Israel. Posteriormente, uma grande frota naval foi enviada à América Latina, e em janeiro, soldados americanos invadiram a Venezuela e prenderam o então presidente.
A frota se posicionou no Oriente Médio, com o objetivo de atacar o Irã. A perspectiva de uma invasão em larga escala do Irã foi negada pelas autoridades americanas, com o vice-presidente J.D. Vance afirmando que “não há chance de acontecer uma guerra no Oriente Médio por anos, sem fim à vista”.
Apesar das ações, o futuro permanece incerto. O objetivo atual é a queda do regime iraniano, mas o sucesso dependerá de fatores como a resistência da população e da oposição, a capacidade de resistência do governo e o apoio de grupos aliados, como o Hamas e o Hezbollah.
Caso o regime resista, Trump deverá decidir se intensificará os ataques ou buscará uma retirada e negociações diplomáticas. O líder americano busca sempre uma vitória que possa apresentar como um grande triunfo.
Além do Irã, o regime cubano também está no radar de Trump, e o presidente repetiu seu interesse em adquirir a Groenlândia, divulgando mapas que já incluem esses territórios. O avanço militar americano parece não ter limites, e o futuro da política externa dos EUA continua a ser moldado por essa estratégia audaciosa.
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