Conselho de Paz: Reações e Decisões Internacionais
O presidente dos Estados Unidos, do Partido Republicano, lançou uma iniciativa para a criação de um Conselho da Paz, buscando impedir conflitos armados em escala global. Mais de 20 países já expressaram interesse em participar da proposta, enquanto outros demonstraram reticência.
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O grupo do republicano defende a criação de um organismo para mediar disputas internacionais.
A Espanha, representada pelo Primeiro-Ministro do Partido Socialista Operário Espanhol (Psoe, esquerda), recusou a adesão ao conselho, justificando a decisão pelo compromisso com o multilateralismo e o sistema da Organização das Nações Unidas (ONU).
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O governo espanhol manifestou dúvidas sobre a capacidade do novo conselho de respeitar a ordem multilateral e as normas estabelecidas pela ONU.
Países que não farão parte do Conselho
A lista de países que não participarão do Conselho da Paz inclui: Canadá, Eslovênia, Espanha, França, Noruega, Suécia. A decisão de Trump de convidar o Canadá ocorreu após uma declaração do primeiro-ministro canadense em Davos, na Suíça, onde ele criticou o uso da integração econômica como “arma” por potências como os Estados Unidos.
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Países que confirmaram a participação
Albânia, Armênia, Arábia Saudita, Argentina, Azerbaijão, Bahrein, Belarus, Bulgária, Cazaquistão, Egito, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Hungria, Indonésia, Israel, Jordânia, Kosovo, Kuwait, Marrocos, Mongólia, Paquistão, Paraguai, Qatar, Turquia, Uzbequistão e Vietnã já confirmaram sua intenção de participar do conselho.
Estrutura e Funcionamento do Conselho
O conselho terá um sistema de tomada de decisões com um presidente vitalício, nomeado por Trump, e um sistema de veto. As decisões do Conselho Executivo, que será a maioria do conselho, têm efeito imediato, mas podem ser vetadas pelo presidente.
Em caso de empate, o presidente do conselho terá o poder de desempatar a votação. A saída de um país do conselho também requer a aprovação de 2/3 dos integrantes.
Reações e Avaliações Internacionais
O governo chinês, através da sua principal mídia estatal, sugeriu que China e Brasil recusem o convite para integrar o conselho. O presidente do Partido Socialista Operário Espanhol (Psoe, esquerda) declarou que o órgão tem “questões apresentadas na carta de princípios do Conselho da Paz” que precisam ser resolvidas.
