Donald Trump lança ‘Conselho da Paz’ com foco em Gaza; Putin e Lula são convidados.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou nesta quinta-feira, 22, o chamado ‘Conselho da Paz’ durante o Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, na Suíça. O objetivo central do conselho é a resolução de conflitos globais, com foco inicial na Faixa de Gaza.
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A expectativa é que a atuação se expanda para outras regiões do mundo.
Mais de vinte países já manifestaram interesse em fazer parte do grupo. Cinco nações recusaram o convite, enquanto outros dezesseis ainda não apresentaram resposta. O governo americano busca ampliar a adesão ao conselho.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, informou que alguns líderes nacionais expressaram intenção de aderir, mas precisam da aprovação de seus parlamentos. O governo Trump recebeu consultas sobre a adesão de países que não haviam sido inicialmente convidados a participar.
Durante o evento, Trump anunciou que convidou o presidente da Rússia, Vladimir Putin, para integrar o conselho. O Kremlin ainda não confirmou se aceitará o convite. Putin declarou que o país está consultando seus “parceiros estratégicos” antes de tomar uma decisão.
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A Noruega e a Suécia se manifestaram contra a participação, seguida pela França. Autoridades francesas destacaram que, embora apoiem o plano de paz para Gaza, temem que o conselho possa tentar substituir a ONU como principal fórum para a resolução de conflitos.
O primeiro-ministro esloveno, Robert Golob, declarou que “ainda não chegou a hora de aceitar o convite”, devido ao escopo amplo do mandato do conselho e seu potencial impacto na ordem internacional, baseada na Carta da ONU. Canadá, Ucrânia, China e o braço executivo da União Europeia ainda não se comprometeram.
Na terça-feira, 20, o presidente dos Estados Unidos afirmou que o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que foi convidado para o conselho, poderá ter um “grande papel” na entidade. O governo brasileiro confirmou o convite, mas disse que Lula prefere avaliar as condições geopolíticas envolvendo o papel da entidade antes de tomar uma decisão.
O papa Leão XIV também foi convidado a integrar o conselho. O anúncio foi feito na quarta-feira, 21, pelo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin.
A lista completa dos países que aceitaram participar, dos que recusaram e dos que ainda não responderam está disponível para consulta.
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