Ameaças e Confrontos Geopolíticos: Tensão entre EUA e Venezuela
O presidente dos Estados Unidos, do Partido Republicano, lançou uma série de ameaças à presidente interina da Venezuela, do MSV (esquerda), após a realização de uma operação militar que resultou na captura do ex-presidente venezuelano, Nicolás Maduro (PSUV, esquerda), e da primeira-dama.
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A declaração, divulgada na revista The Atlantic no domingo (4.jan.2026), revelou a insatisfação de Trump com a recusa de Maduro em atender às exigências norte-americanas. “Se ela não fizer o que é certo, vai pagar um preço muito alto, provavelmente maior do que”, declarou.
Referiu-se ao ex-presidente da Venezuela, que está detido em seguida após ser em uma operação militar dos EUA em Caracas, no sábado (3.jan).
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A situação se intensificou com a justificativa de Trump para a intervenção, descrevendo a Venezuela como um país em “caos”, “falido” e um “desastre em todos os sentidos”. Ele também defendeu a ideia de reconstrução do país, argumentando que “Reconstruir não é algo ruim no caso da Venezuela.
Sabe, reconstruir lá e mudar o regime, chame como quiser, é melhor do que o que se tem agora. Não pode piorar”. Durante a entrevista, Trump também comentou sobre outros temas geopolíticos, incluindo a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca, afirmando: “com certeza.
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Precisamos dela para a defesa”, descrevendo a ilha como uma região “cercada por navios russos e chineses”.
Operação Militar e Questionamentos Legais
O presidente dos Estados Unidos, do Partido Republicano, anunciou no sábado (3.jan.2026), em seu perfil na rede Truth Social, que o país realizou uma operação militar contra a Venezuela e capturou o presidente (PSUV, esquerda) e a primeira-dama. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, afirmou que Trump ordenou a captura de Maduro na noite da 6ª feira (2.jan.2026). A operação foi realizada na madrugada de sábado (3.jan).
Também foram realizados ataques a 4 alvos no país com 150 caças e bombardeios, que decolaram de diferentes pontos e neutralizaram sistemas de defesa aérea venezuelanos. Helicópteros militares dos EUA transportaram tropas para Caracas, capital venezuelana, para capturar Maduro.
A missão durou cerca de duas horas e 20 minutos. Há questionamentos quanto ao fato de os EUA fazerem uma operação militar em outro país sem aprovação do da (Organização das Nações Unidas). Trump diz que isso é desnecessário. Mas também há dúvidas sobre o descumprimento de leis dos EUA.
A operação deveria ter sido previamente aprovada pelo Congresso dos EUA.
Reações e Perspectivas Futuras
O secretário de Estado, , declarou que não foi possível comunicar os congressistas com antecedência. É incerto se houve mortos e feridos na ação. Até a publicação desta reportagem, autoridades venezuelanas não haviam divulgado números, mas afirmaram que civis morreram durante a operação.
Um oficial norte-americano disse que não houve baixas entre militares dos EUA. Não falou sobre eventuais mortes venezuelanas. COMANDO DO PAÍS No início da tarde de sábado (3.jan.2026), Trump a jornalistas que os Estados Unidos assumiriam temporariamente a administração do país até que uma transição política fosse definida.
Não detalhou como isso seria feito, concentrando-se em declarações sobre a exploração e a venda do petróleo venezuelano. Pela Constituição venezuelana, o poder deveria ser exercido pela vice-presidente, Delcy Rodríguez. Trump disse que Rubio conversou com Rodríguez e que ela manifestou disposição para cooperar com ações lideradas pelos EUA.
Sobre a líder oposicionista María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, Trump que ela não teria apoio político suficiente para governar a Venezuela.
