Notícias econômicas de 2025 mostram Trump e política fiscal geram incertezas. Juros altos e inflação impactam PIBA e cenário cambial. Desemprego em mínimos
O noticiário econômico do ano de 2025 apresentou um quadro complexo, marcado por eventos como a imposição e posterior recuo do tarifaço proposto por Donald Trump, a incerteza gerada pela política fiscal do governo e a manutenção de juros elevados.
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A dinâmica dos indicadores econômicos refletiu os desafios do período, com momentos de otimismo contrastados com sinais de enfraquecimento.
A atividade econômica brasileira sofreu um impacto no decorrer de 2025, após um crescimento de 3,4% em 2024. A expectativa do mercado para o ano de 2025 era de um avanço de 2,26%. A redução gradual do Produto Interno Bruto (PIB) evidenciou a pressão exercida pelas condições econômicas.
Os juros em dois dígitos foram um fator central no debate econômico. O Banco Central (BC) retomou o ciclo de alta no início de 2025, com ajustes sucessivos. Apesar da queda da inflação na segunda metade do ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve uma postura firme, evitando sinais que pudessem indicar um futuro corte nas taxas.
A inflação apresentou uma surpresa positiva, caminhando para o teto da meta perseguida pelo BC, que era de 3,5% com margem de 1,5 ponto para cima ou para baixo. Após atingir um pico de 5,53% no acumulado de 12 meses em abril, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou uma trajetória de queda, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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O mercado de trabalho demonstrou resiliência, com a taxa de desemprego atingindo mínimas históricas, apesar da pressão exercida pelas altas taxas de juros. Essa dinâmica refletiu a capacidade de adaptação do mercado de trabalho às condições econômicas.
O câmbio também apresentou um comportamento surpreendente. Após abrir o ano acima de R$ 6, influenciado pela desconfiança em relação à política fiscal, o dólar perdeu valor em relação ao real. Fatores como a política econômica de Donald Trump também impactaram o cenário cambial internacional.
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