A expressão “tudo acaba em pizza” pode soar inusitada, mas nos Estados Unidos, parece que tudo começou com ela. Uma teoria viral, conhecida como “Pentagon Pizza Index”, relaciona o aumento de pedidos de pizza nas proximidades do Pentágono com grandes crises militares.
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A ideia central é que equipes militares e de inteligência, imersas em operações intensas, não têm tempo para refeições fora, optando por pedir pizza nos edifícios governamentais.
O “Pentagon Pizza Report” e suas Observações
O perfil no X, que monitora horários de movimentação em tempo real via Google Maps, identificou um aumento repentino na Pizzato Pizza, uma pizzaria que atende até tarde perto do Pentágono, por volta das 2h da manhã (horário do leste dos EUA). Esse pico de movimento se manteve por cerca de uma hora e meia.
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Paralelamente, o perfil também notou uma queda nos pedidos da Papa Johns Pizza na mesma área, acima da média.
Coincidências e Exemplos Históricos
Apesar da falta de validação oficial, a coincidência se repete em outros contextos, como durante a Crise do Golfo, o ataque ao Panamá e a invasão de Granada. Recentemente, o @PenPizzaReport detectou um aumento similar em junho de 2025, momentos antes do ataque de Israel ao Irã.
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Situação Política na Venezuela e Ações dos EUA
O governo de Nicolás Maduro, no poder há décadas, foi removido em uma operação realizada na madrugada de sábado (3). O presidente norte-americano informou que o país sul-americano será governado pelos EUA por enquanto, com o envio de tropas, se necessário.
A remoção de Maduro potencialmente abre um vácuo de poder no país latino-americano. A situação do país na ausência de Maduro. Trump, inclusive, chegou a declarar que os .
Tensão e Ações de Pressão
A tensão entre EUA e Venezuela aumentou em agosto, quando o governo de Trump aumentou para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão de Maduro. Enquanto isso, os EUA enviaram aeronaves, veículos, milhares de soldados e um grupo de ataque de porta-aviões das Forças Armadas para o Caribe, sob a premissa de combate ao narcotráfico. As operações incluem diversos ataques contra barcos tanto no Caribe quanto no Pacífico que supostamente estariam transportando drogas. Porém, foram levantados questionamentos sobre a legalidade dessas ações. Além dos ataques contra embarcações, os EUA também pressionam o regime de Nicolás Maduro, que é acusado pela Casa Branca de ter relação com o narcotráfico e o Cartel de Los Soles. Trump conversou por telefone com Maduro no final de novembro, poucos dias antes de os EUA o classificarem como integrante de uma organização terrorista estrangeira. O venezuelano teria recebido um ultimato para deixar o poder e o país, mas o descumpriu. Em outra ação que aumentou a tensão entre os dois países, os Estados Unidos apreenderam um petroleiro próximo à Venezuela, medida classificada de “roubo descarado” e “um ato de pirataria internacional” pelo regime de Maduro. Posteriormente, Trump anunciou um “bloqueio total” contra os petroleiros sancionados da Venezuela e disse que não deixará “ninguém passar sem o devido direito”.
