Trump intensifica pressão sobre Macron com tarifas em disputa por conselho em Gaza. EUA e França sob tensão por disputa diplomática e futuro de Gaza.
O presidente dos Estados Unidos, do Partido Republicano, tem adotado uma postura confrontacional, ameaçando impor tarifas de 200% sobre vinhos e champanhes franceses. Essa medida visa pressionar o presidente da França, do Partido Renascimento, a aderir a um conselho proposto para supervisionar a Faixa de Gaza e, posteriormente, expandir sua atuação para lidar com outros conflitos internacionais.
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A criação do Conselho da Paz faz parte da segunda fase do plano dos EUA para encerrar o conflito em Gaza. O órgão terá como responsabilidades supervisionar o desarmamento do Hamas, coordenar a reconstrução da Faixa de Gaza e colaborar para o estabelecimento de um governo pós-guerra no enclave palestino.
O comitê executivo fundador inclui o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, o Enviado Especial Steve Witkoff, o genro do presidente Jared Kushner e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair.
A iniciativa gerou reações negativas. Uma fonte próxima a Macron afirmou que o presidente francês pretende recusar o convite para participar. O assessor de Macron criticou as ameaças de tarifas sobre bebidas francesas como forma de influência em uma política externa de um terceiro país.
Em uma conversa divulgada na plataforma Truth Social, Trump questionou as ações de Macron em relação à Groenlândia.
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O conselho conta com membros como Marco Rubio, Secretário de Estado dos EUA, Steve Witkoff, Enviado Especial dos EUA para o Oriente Médio, Jared Kushner, investidor e genro de Trump, Tony Blair, ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Marc Rowan, CEO da Apollo Global Management, e Ajay Banga, Presidente do Banco Mundial desde 2023.
Robert Gabriel também é conselheiro de segurança nacional dos EUA, trabalhando com Trump desde a campanha de 2016.
O governo de (PT) ainda evita assumir o compromisso com o Conselho da Paz. O presidente da Argentina, e o presidente do Paraguai, já aceitaram o convite. O governo de (PT) ainda evita assumir o compromisso.
A situação demonstra tensões diplomáticas entre os Estados Unidos e a França, com implicações para a resolução de conflitos em regiões como Gaza e o Oriente Médio. A composição do conselho e as reações dos líderes envolvidos indicam a complexidade das negociações e a necessidade de soluções abrangentes para os desafios globais.
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