Trump intensifica críticas à política comercial via X, questionando limitações judiciais e tarifas sobre países estrangeiros. Debate sobre poder do Executivo e retórica nacionalista
O presidente intensificou suas críticas à política comercial, utilizando a plataforma X (antigo Twitter) para questionar as restrições impostas ao Executivo em relação a tarifas sobre países estrangeiros. A declaração, que gerou debates sobre o poder do Executivo na definição de políticas comerciais, destaca uma disputa legal em curso.
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A publicação do republicano ressaltou a percepção de que a Suprema Corte e o Congresso limitam o poder do presidente de impor tarifas, mesmo em casos que envolvem considerações de segurança nacional. A crítica se baseia em decisões judiciais que reforçam a prerrogativa do Congresso para definir e alterar tarifas, restringindo o uso autônomo do Executivo.
O presidente argumentou que essa limitação enfraquece a soberania econômica americana e beneficia concorrentes como China, México e União Europeia, que, segundo ele, “se aproveitam das brechas para exportar produtos subsidiados enquanto impõem tarifas injustas contra os EUA”.
Ele enfatizou que empresas estavam voltando para os Estados Unidos devido às tarifas, e que o “establishment político e jurídico” tentava impedir esse processo.
O tema das tarifas é central na política econômica do governo atual. A proposta de uma “Tarifa Universal” de 10% sobre todas as importações, além de tarifas específicas de até 60% sobre produtos chineses, gera divergências entre especialistas.
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Defensores da medida afirmam que as tarifas fortalecem a indústria nacional, reduzem a dependência de importações e garantem arrecadação para o Tesouro. Críticos alertam que o aumento generalizado de tarifas pode elevar preços internos, prejudicar consumidores e provocar retaliações internacionais.
Apesar das controvérsias, Trump mantém uma postura desafiadora, apostando na retórica nacionalista que o tornou popular entre trabalhadores e industriais do chamado “Cinturão da Ferrugem”. “Os Estados Unidos não vão mais ser explorados. Vamos proteger nossos empregos e nossas fábricas.
A Suprema Corte precisa entender que o presidente deve poder agir pelo bem do povo americano”, concluiu.
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