Estados Unidos Intensificam Investigação Comercial com Brasil e China
O governo dos Estados Unidos, liderado pelo então presidente Donald Trump, anunciou que manterá suas investigações contra o Brasil e a China, utilizando a Seção 301, uma ferramenta de política comercial que permite aos EUA examinar e retaliar práticas comerciais consideradas injustas por outros países.
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O anúncio, feito em comunicado na sexta-feira (20), veio após a imposição de tarifas significativas por parte de Trump.
O Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) afirmou que a administração Trump continuaria as investigações em curso, que incluem o Brasil e a China. O comunicado enfatizou que, se as investigações revelassem práticas comerciais desleais, tarifas poderiam ser aplicadas como resposta.
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A situação se intensificou com o anúncio de um aumento nas sobretaxas globais. O presidente Trump, através da rede social Truth Social, anunciou que elevaria as tarifas de importação de todos os países de 10% para 15%, mesmo após uma decisão da Suprema Corte que havia barrado a medida inicial.
A investigação do Brasil começou no ano anterior, em resposta às tarifas elevadas impostas por Trump às exportações brasileiras, que atingiram taxas de 50%. A investigação, baseada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, assinada pelo então presidente Gerald Ford, focava em diversas questões, incluindo a propriedade intelectual, tarifas preferenciais para outros países, o sistema Pix, desmatamento ilegal e acesso ao mercado de etanol.
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As preocupações americanas incluíam a falta de proteção da propriedade intelectual, tarifas preferenciais concedidas a outros países, taxas mais altas para o etanol americano, o desmatamento ilegal e a utilização do sistema Pix. O governo americano considerava que essas práticas prejudicavam o comércio e a economia dos Estados Unidos.
