Trump impõe prazo para desarmamento do Hamas em nova declaração

Trump impõe prazo de 3 semanas para desarmamento do Hamas após críticas ao cessar-fogo na Faixa de Gaza.

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(Imagem de reprodução da internet).

Declaração do Presidente dos EUA sobre o Hamas

O presidente dos Estados Unidos, do Partido Republicano, estabeleceu um prazo de até três semanas para garantir a entrega de armas pelo Hamas. Em resposta a perguntas durante uma sessão de perguntas e respostas na quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, após um discurso no Fórum Econômico Mundial em Davos (Suíça), Trump enfatizou a necessidade de desarmamento do grupo extremista.

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“Eles concordaram com isso. Eles têm que fazer isso. E vamos saber – nos próximos dois ou três dias – se eles vão fazer isso ou não. Se eles não fizerem, serão eliminados muito rapidamente”, declarou o presidente.

Trump afirmou que os integrantes do Hamas “nasceram com os rifles nas mãos”, o que, segundo ele, dificulta o desarmamento. A declaração ocorreu em um momento crucial, com a segunda fase do cessar-fogo na Faixa de Gaza, mediado pelos Estados Unidos, em andamento.

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O acordo inclui a desmilitarização total do Hamas, a retirada de tropas israelenses de áreas controladas e a ampliação do acesso humanitário ao território. Apesar do início do cessar-fogo em 10 de outubro de 2025, partes essenciais do acordo ainda não foram cumpridas, especialmente o desarmamento do grupo.

O plano norte-americano prevê a formação de um conselho internacional, a reconstrução do enclave e o estabelecimento de um governo pós-guerra. Em 16 de janeiro, o governo Trump indicou que membros do “comitê executivo fundador” do Conselho da Paz incluiriam o secretário de Estado dos Estados Unidos e o ex-primeiro-ministro do Reino Unido.

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O Poder360 apurou que o governo brasileiro ainda não possui uma posição formal sobre a integração do país ao conselho. O Planalto avalia que o momento é adequado para discussões internas e para a coleta de informações sobre as finalidades do conselho.

Há cautela em relação a pontos sensíveis, como o custo financeiro e o impacto sobre a atuação do Conselho de Segurança da ONU.

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